TSE, coloque a tecla para o protesto!...
Enviado por Nairo Alméri - 04.10.2014 - à 1h15 - modificado à 1h22
Se os atuais candidatos à Presidência da República tivessem lido dez minutos (e entendido dez segundos) da história das trajetórias de Barão de Mauá e dos presidentes JK e Getúlio Vargas, teriam sido 90% menos detestáveis para os cidadãos que desejam pensar o Brasil uma Nação. Mas ... há quem os ame, mesmo assim!
Mas já que o voto é obrigatório (não parece coisa própria para uma democracia!), o TSE deveria colocar na urna uma válvula de escape para o eleitor enojado de todos os políticos. Criar a opção por uma rejeição que bata na cara de todos os candidatos ou maioria. Tipo: VOCÊS NÃO SERVEM. Assim, fica bem mais explícito que a babaquice do botão "BRANCO". Ou, então que passe a valorizar esses votos, determinando que a Câmara dos Deputados, Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores terão, no pleito seguinte, aquele percentual como indicador de redução do número de cadeiras.
E não faz sentido algum o Acre ter o mesmo número de senadores de São Paulo, nem senador ter mandato de oito anos, nem suplentes, nem vices para governadores e prefeitos,nem horário gratuito do TRE, nem mandato político virar profissão... nem...nem...! complete aí!
Precisamos pensar, certamente, numa Nação com outros políticos. Até mesmo com banimentos sumários: perdeu um pleito ou teve menos de 10% dos votos do colegiado, tchau! Nunca mais!... Suma! Talvez, ainda, pensar em outros eleitores: ser eleitor por apenas três eleições majoritárias (mas sem voto obrigatório) e aposenta o Título de Eleitor. O meu iria para o lixo sem nunca ter eleito um presidente. Não me culpem por essa!
Mas é preciso tirar a bunda cadeira. E sair da zona do conforto, como só atirar pedras, achando que isso constrói (mesmo sendo inteligente).
Há cinco séculos, o mundo nos passa a perna e evolui. Mesmo assim, em pleno Século XXI, optamos pela valorização dos absurdos ditos em debates com personagens que não serviriam ao Brasil do Tratado de Tordesilhas (1494), de antes da própria descoberta.
É preciso criar um Fórum por uma Nação! Provocar tendo como referência nações e sociedades bem melhores e superiores nos aspectos social e econômico. A situação é grave e não teremos melhores horizontes sendo nossas referências as idiotices que acontecem nesses picadeiros eletrônicos de depois das 22h. E que voltarão em 2º turno.
Se você desejar que os políticos mudem, e para melhor, mude primeiro! E não se esqueça: com as regras que os políticos impõem, com a recusa da reforma política, o voto não é e não será "arma" (ameaça de mudança) coisíssima alguma! Nem o trouxa matuto acredita nisso! Acorde, meu amigo!...
ASSUNTOS PRINCIPAIS: - Ensino e Ciência - Cultura e Veículos de Comunicação - Desenvolvimento, Sustentabilidade e Soberania - Investimento, Produção e Recuperação de Bens - Empresas de Destaque, Profissões do Futuro e Eventos - Logística de Commodities, Bens de Consumo e Exportação - Política de Governo, Leis, Justiça e Cidadania - Economia Internacional e Empresas Globais
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sábado, 4 de outubro de 2014
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Carteiros do PT (!)
Enviado por Nairo Alméri- qui, 02.10.2014 | às 15h11
Do site da VEJA
http://veja.abril.com.br/blog/mercados/mercado-de-ideias;carteiro-em-acao-funcionario-do-brasil-ou-do-pt/
Do site da VEJA
http://veja.abril.com.br/blog/mercados/mercado-de-ideias;carteiro-em-acao-funcionario-do-brasil-ou-do-pt/
Sai palanque, entra estatística
Enviado por Nairo
Alméri – qui, 02.10.2014 | às 12h54 - modificado às 13h
Antes do advento das redes sociais, os políticos valorizavam os comícios. Correligionários e partidos mandavam erguer palanques pelos bairros e praças, nas cidades e nos arraiais. Os candidatos, então, faziam suas promessas. Em algumas bibocas, deste imenso Brasil, o comício tinha a importância de evento social coletivo.
Eram tempos nos quais os candidatos disputavam votos.
Hoje, na disso se faz. Mas, quando acontecem, as promessas são substituídas por caronas no melhor escândalo do dia: aquele que está nos telejornais, jornais, revistas e que é campeão em acessos nas redes sociais.
Os candidatos trocaram eleitores pelas estatísticas nas pesquisas de opinião pública de intenção de voto.
Valeria mais, então, nestas eleições, por exemplo, montar palanques para pesquisas do Ibope, Datafolha, Vox Populi etc. em frente às sedes da Petrobras, BNDES, Correios, Palácio do Planalto, Polícia Federal etc.
sábado, 27 de setembro de 2014
Gororoba nacional: Cid, Dilma, Lobão ...
Enviado por Nairo Alméri – dom, 27.9.2014 | às 17h58 - aterado às 19h32
O governador do Ceará, Cid Gomes (Pros – irmão do
ex-governador Ciro Gomes), manobrou, duas vezes consecutivas, para impedir a
circulação e leitura da revista “IstoÉ”. As edições o citaram em reportagens do
esquema de corrupção montado na Petrobras. Da última vez, ele aparece na capa, ao
lado do ex-diretor de Distribuição da Petrobras, Paulo Roberto Costa
(2004-2012). Paulo Costa, em pleito à delação premiada, revela à Polícia Federal
e ao Ministério Público (Operação Lava-Jato) o esquema da corrupção. Na foto, os
dois vestem macacões da Petrobras e estão em largos sorrisos. Nesta semana, o ex-diretor
revelou ter levado uma bolada de US$ 23 milhões. Em Brasília, na Comissão
Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras, dominada pelo PT e PMBD (aliados
desde a primeira eleição de Lula, em 2002), foi protocolado requerimento para
intimação do governador.
Dilma 'bolivariana'
Cid, aliado do Planalto, faz o mesmo que a presidente Dilma
Rousseff (PT), candidata à reeleição, que ontem voltou a ameaçar de retaliação à
liberdade de imprensa no Brasil, se reeleita. Ela e o PT não suportam a
divulgação dos escândalos e corrupção em seu Governo e nos dois de Luiz Inácio
Lula da Silva (2003-2010), seu padrinho e antecessor. Dilma quer impor no
Brasil a regulação da imprensa, método ‘bolivariano’ aplicado na Argentina,
Bolívia, Equador, Venezuela e Nicarágua. É o mesmo também nas ditaduras de
Cuba, China, Irã, Síria, Rússia, Coreia do Norte etc.
Encomenda na PF
O enorme interesse do Ministério da Justiça no andamento das
investigações (que resultaram inúteis - sem consistência nas denúncias) pela
Polícia Federal contra a presidenciável Marina Silva (PSB), no período em que foi
ministra de Meio Ambiente do Governo Lula, virou tiro no pé. O Ministério teve
que emitir nota negando uso eleitoreiro da informação na campanha da presidente
Dilma (PT). Porém, esteve pessoalmente na PF em busca do conteúdo nada menos
que o chefe da Secretaria Nacional de Justiça (2º escalão do ministério), Paulo
Abrão.
Carta Capital (!)
O ministério alega que o secretário atenderia ao pedido de
uma revista de “circulação nacional”. Sexta-feira, no Planalto, petistas se
esforçavam para retirar a “Carta Capital”, que publica conteúdo pró-PT, como
autora da demanda.
Avião de Lobão
Paulo Abrão é pivô de crise no PMDB do Maranhão, principal
aliado do PT no país. Apoiador de candidato do PC do B, Flávio Dino, à sucessão
do Roseane Sarney (PMDB), ele é apontado, por peemedebistas, como o mandante de
varredura, pela PF, em avião de campanha do senador Lobão Filho (PMDB). Lobão é
filho do ministro das Minas e Energia, Edison Lobão. Este também é apontado em
rol de quase 40 políticos (entre os quais Cid Gomes) como beneficiário das
propinas da Petrobras, nos governos Lula e Dilma.
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Microfone para Nelson Tucci (reler)
Enviado por Nairo Alméri – sex, 26.9.2014 |às 8h35
É bom saber como andava o país um ano atrás. Será que os políticos entenderam?
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
O ‘ex-Rei’ (Gabrielli) da Petrobras nu
Enviado por Nairo Alméri – qui, 25.9.2014 | às 7h15
Com a porta arrombada para delação premiada para os detidos
na Operação Lava-Jato, ação da Polícia Federal que desmonta um dos maiores
casos de desvios de verba de uma única estatal, que poderá chegar aos R$ 15
bilhões, o petista José Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, e outros
políticos deverão ter seus passaportes recolhidos por solicitação do Ministério
Público. Ontem, a delação foi assinada pelo arquiteto do esquema de fora do
Governo, o doleiro Alberto Youssef. O doleiro segue o caminho do ex-diretor de
Distribuição da Petrobras, Paulo Roberto Costa (2004-2012), que listou nessa
corrupção deputados, senadores, governadores, ministros e outros executivos no
Governo pertencentes ao Partido dos Trabalhadores (PT – da presidente Dilma
Rousseff e do ex-presidente Lula), do PMDB e outros da chamada “base aliada”.
Cases de Gabrielli
Em
23 de abril, o blog citou - 'Rei'
(Gabrielli) da Petrobras nu - coluna de Miriam Leitão, de O Globo, para
ilustrar que o ex-presidente da Petrobrás vivia em uma bolha, ou seja, lá tudo
era possível, como comprar uma refinaria sucateada nos Estados Unidos, que em
dezembro de 2012, representava prejuízo de US$ 792,3 milhões (e que lucros
exorbitantes a quem comprou e a revendeu ao Brasil em 30 dias) e tocar um
projeto, de outra refinaria, em Pernambuco, que salta de US$ 2 bilhões para US$
20 bilhões e cumprirá, por baixo, atraso de uma década.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
2014 tem cara de 2006
Enviado por Nairo Alméri – ter, 23.09.2014| às 22h44
O que segue escrevi em 01/04/2006. Mas parece um relato dos
dias atuais: “Supersimples emperra uso da Nota Fiscal eletrônica - Nestes
tempos de crise política no país e mesmo com a baixa popularidade dos
parlamentares, as expectativas por mudanças ainda apontam para o Congresso
Nacional. Mas tem que haver muita pressão, ou indignação - manifestações,
aliás, que a sociedade soube demonstrar nesta crise do ‘mensalão”.
Na época, o Brasil era embalado pelas sucessões dos escândalos políticos dos
desvios de dinheiro público patrocinados pelos cardiais da cúpula nacional do
Partido dos Trabalhadores. Agora, os desvios de dinheiro da maior estatal, a
Petrobras. E começam a aparecer, novamente, nomes de outros políticos
(deputados, senadores, governadores e ministros) do mesmo PT e partidos da base
aliada.
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