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quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Operadoras empurram conta de R$ 20 bilhões

Enviado por Nairo Alméri - qui 13/10/2022 | às 12h04

Solução para bagunça no uso dos postes no colo do Tesouro


Reorganizar o compartilhamento de 50 milhões de postes de luz (Fonte: Aneel) ou 46 milhões (Ministério da Economia) entre distribuidoras operadoras de telefonia e internet, na prática, significa buscar o fim da bagunça. Além disso, conforme dito pela autoridade pública, retirar parte dos entraves na expansão sistema 5G na TI no Brasil. 
No país, 10 milhões de postes em situação "crítica". Crédito no texto do link - ACESSE AQUI.

segunda-feira, 7 de março de 2022

Cemig GT não exerceu direitos

Enviado por Nairo Alméri - seg 07/03/2022 | às 12h10

Aneel aprova vendas da Light; interesses da Cemig GT

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o pacote da Light S/A de venda de participação em cinco PCHs para a Brasal Energia S/A. O conjunto de geração tem capacidade nominal instalada para 69 megawatts (MG). O negócio foi concluído em dezembro, pelo valor de R$ 206,4 milhões. O Grupo Cemig é investidor nos ativos, mas não exerceu direito de preferência. Continue lendo
AQUI.

PCH Jacaré, da Guanhães Energia - Crédito: Divulgação


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quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Roraima na linha do apagão

Enviado por Nairo Alméri - qui 19/11/2020 - às 10h10

Publicado no Site ALÉM DO FATO

Calotes do Governo de RR e concessionária potencializam um outro Amapá - sabido por todos

  • por  | publicado: 18/11/2020 - 17:28 | atualizado: 19/11/2020 - 09:14



Linhão Tucuruí - Traçado do ramal Roraima, ligação Manaus-Boa Vista, ainda não executado - Reprodução/MME

As atenções para o caos iniciado dia 3, agravado ontem e hoje (18/11), no Amapá, deixam esquecido o risco também de “apagão” em Roraima. Até março de 2019, RR dependia em 80% da eletricidade exportada da Venezuela. Leia mais 👇

ALÉM DO FATO - ECONOMIA 

Em 1 ano 3 meses – 3.784.952 acessos (29/10/2020)

#Amapá #Aneel #ApagãoNoAmapá #CERR #EleiçõesMunicipais #Ibama #LinhãoManausBoaVista #Macapá #Maduro #MinistérioDeMinasEnergia #MME #NicolasMaduro #Roraima #RoraimaEnergia #SistemaInterligadoNacional #SIN #TSE #Venezuela

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Cemig - carros elétricos e híbridos

Cemig alonga prazo para propostas de comodato com carros elétrico e híbrido...LEIA AQUI

Enviado por Nairo Alméri - qua 27/11/2019 | às 19h18 



#Cemig #Aneel #EPE #CarroElétrico #CarroHíbrido #Iveco #UFMG #

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

“Plano 2010” foi ignorado

09/01/2013
Os apuros do Governo Dilma Rousseff diante da hipótese de ter que adotar alguma medida restritiva – racionamento, contingenciamento etc. – no abastecimento de energia elétrica, é um convite para olharmos a falta de continuidade na administração pública federal. Está tudo registrado em decretos, portarias, normas, instruções normativas, publicações no “Diário Oficial da União” etc. que são jogados fora quando o governo muda de partido (às vezes, até de chefes de áreas).
No início do último governo da ditadura militar (1979-1985), do general João Baptista de Figueiredo, o então ministro das Minas e Energia, César Cals (engenheiro civil, coronel do Exército, político, ex-governador do Ceará, etc.), em toda entrevista com jornalistas da área de economia falava do “Plano 2010” para o setor elétrico. O plano estava sobre as mesas dos chefes da Eletrobras e do antigo Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica (DNAEE – atual Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel).
Apesar do nome, o plano não era para ser executado até 2010. Era para bem antes: 1990. César Cals pregava o risco de faltar energia nos anos seguintes e alertava as indústrias para o perigo de déficits em geração e gargalos na transmissão. O programa previa que, até 1990, o Brasil deveria ter um conjunto de usinas hidrelétricas (UHEs) com capacidade instalada de geração para 100 milhões de quilowatts (100 mil megawatts). Seriam construídas ao redor de 300 (297) barragens para fins de geração de energia no país. Mas, em 2010, vinte anos depois, a participação das UHEs na matriz da energia elétrica era de 89,9 mil MW, para o total de 115,48 mil MW (fonte: MME/PDE 2008-2017).
A barreira que o plano defendido, desde 1981, por César Cals previa ultrapassar em 1990 só ocorrerá na virada 2014/2015 (MME/PDE 2008-2017).

Vai desaguar no CMN
A primeira posição política concreta do Governo (fora dos discursos ideológicos de governo, do ministro Edison Lobão, da Minas e Energia, e da presidente Dilma) para o problema elétrico deverá ocorrer apenas na reunião mensal do Conselho Monetário Nacional (CMN), dia 31.