Enviado por Nairo Alméri - qua 11/02/2026 | às 9h31
ACESSE link e LEIA sobre a CORRUPÇÃO POLÍTICA DO MOMENTO no Brasil.
ASSUNTOS PRINCIPAIS: - Ensino e Ciência - Cultura e Veículos de Comunicação - Desenvolvimento, Sustentabilidade e Soberania - Investimento, Produção e Recuperação de Bens - Empresas de Destaque, Profissões do Futuro e Eventos - Logística de Commodities, Bens de Consumo e Exportação - Política de Governo, Leis, Justiça e Cidadania - Economia Internacional e Empresas Globais
Enviado por Nairo Alméri - qua 11/02/2026 | às 9h31
| Fachada do STF, na Praça dos três Poderes, em Brasília - Crédito: Reprodução/Redes Sociais |

Enviado por Nairo Alméri - seg 05/09/2022 | às 22h25
Henrique Meirelles retorna ao mundo dos bancos
Foi convidado para Conselho Consultivo da Binance, maior corretora de criptomoedas do planeta. Leia mais AQUI.

Enviado por Nairo Alméri - dom 29/08/2021 | às 13h57 - adicionado em 14/09/2021
TIRO (DA SOJA) PELA CULATRA
(Crônica para porteira arrombada)
O presidente bolsonarista da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Brasil (Aprosoja Brasil), Antônio Galvan, foi um dos que liderou os financiamentos dos protestos programados para Brasília, capitais e principais cidades em GO, TO, MS, MT, RO, AP, AC, PR e Capital de SP. Claro, com dinheiro da entidade e consentimento dos associados (agricultores, tradings, deputados, governadores, senadores, prefeitos, religiosos, chineses, japoneses, norte-americanos, … “centrão” raiz).
Ministério da Defesa atende 'aliados' de Bolsonaro
O alvo bolsonarista é o de sempre: STF e TSE.
Mas, em Brasília, o show paralelo (a parada militar é o principal - oficial) desses fanáticos de aluguel (de ocasião) não contará com palanque musical do principal garoto propaganda, o sertanejo Sérgio Reis.
O presidente da República, Jair Genô(cida), adorou a programação do protesto 7 de setembro encaminhada por Galvan e Reis. E mandou o povo comprar fuzil.
Mas, como age sem pensar nas consequências, acabou montando enorme armadilha contra seus asseclas ruralistas. Com fuzil, milícias rurais invadirão fazendas. Arrebanharão descontentes do campo. Buscarão militâncias do MST (incluindo as ligas), o braço forte do Partido dos Trabalhadores (PT), às startups do crime do PCC (Primeiro Comando da Capital). Aceitarão acessões em outros “movimentos”. Será estabelecido um baita Isis-K Pantanal: corredor entre o Tremembé e o agro do Centro-Oeste.
O PCC, do Marcola, será parceiro estratégico das milícias. Tem cadeia de negócios em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Acre e Rondônia. Tudo nos limites da fina flor do agribusiness brasileiro. A organização criminosa conhece cada palmo de cerca das lavouras e fazendas de engorda de bois.
É claro que o business das milícias não será pegar pesado nas colheitas, armazenagem nem plantão home office nas telas das bolsas de commodities. Também não são chegadas em programações, confinamentos de bois, abates, seguros para operações de créditos e embarques.
De início (boas-vindas), cruzarão as porteiras em missão mais simples: roubos de maquinários e peças. Ofertarão às redes das revendas atacadistas do mercado marginal do outro lado da fronteira: Paraguai, Bolívia, Argentina, Colômbia e Venezuela. Também farão entregas no Brasil, com recado direto ao cliente eleito: a compra é compulsória.
Num segundo, ato, retornarão ao campo com suas controladas. Organizadas, digamos assim, numa holding imaginária: Milícias S/A. Aqui, as tratativas em patamar superior ao dos infantes (dos armados de fuzis). Entregarão ofertas hostis de participação nos lucros líquidos das lavouras e bois legalizadas. Mas, sem terem de arcar com desembolsos em compras de cotas ou ações do capital. Sem Fatos Relevantes. Tudo informal, no melhor estilo constitucional do retângulo da lei do tráfico.
O braço desses mercado financeiro miliciano, fará também ofertas primárias com esforço terrivelmente restrito de colocação. Traduzindo: aceite compulsório do ofertado. Em caso de recusa, as consequência!…
Depois, diversificarão nas pequenas mineradoras. Na linha de frente, legiões de garimpeiros submersos na floresta Amazônica. No nicho da prestação de serviços de cargas gerais, criarão ramais mais sólidos no táxi aéreo regional. Levarão a expertise de pilotos com muitas horas voos, decolando e aterrissando em pistas de chão batido no contrabandos de ouro, narcotráfico e outra gama de contratos.
Então, senhores Galvan, Blairo Maggi & companhia (ministros da Defesa, general Braga Netto, e da Casa Civil, Ciro Nogueira, e “centrão”), valeu ter dado asas à cobra?!…
“… E vai passando a boiada!”. Lembra dessa tese deste governo? Pois é! A boiada (indesejável) vai entrar no teu churrasco. Preste atenção: só filé tipo exportação, para não aborrecer o visitante (e futuro sócio). Podes crer!
Marcha ruralista,
Cabeça de papel,
Se não marchar direito,
Vai para … onde não sei!
(se vc que leu até aqui, faça um favor: não cole figurinha)
Fiesp, Febraban e Guedes
http://nairoalmeri.blogspot.com/2021/09/skaf-fiesp-febraban-guedes.html?m=/
Leia Política em ALÉM DO FATO: https://alemdofato.uai.com.br/
Enviado por Nairo Alméri - qua 17/02/2021 | às 10h28
Desde 2016, a Cybersecurity sustenta que, em 2021, os crimes cibernéticos causariam US$ 6 trilhões em prejuízos econômicos pelo mundo. O valor reaparece no relatório “Cybersecurity – Fighting Invisible Threats”, do banco suíço Julius Baer. No Brasil, CNEN (pesquisas nucleares) e Finep (agente financiador de pesquisas) buscam proteção de dados. Leia mais AQUI.
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