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segunda-feira, 30 de março de 2026
Lula, pizza e Agrishow
terça-feira, 23 de julho de 2024
TAMANHO DO TRATOR PARA FAZENDA
PEQUENO, MÉDIO OU GRANDE?
Qual o trator ideal para sua fazenda... Crédito: deere.com.br - ACESSE AQUI.
quinta-feira, 28 de março de 2024
DINHEIRO PARA O AGRIBUSINESS
segunda-feira, 9 de outubro de 2023
Cygnus concorrerá com Embraer no agribusiness
OCTANS AIRCRAFT APROVADA PELA ANAC
Concorrerá com Embraer no empresariado do agribusiness. O Cygnus é um monomotor para cinco pessoas. Crédito: Imagem do processo Anac/Octans. ACESSE AQUI.
sexta-feira, 18 de novembro de 2022
segunda-feira, 7 de novembro de 2022
COP27 e suas contas a pagar
Desafios da COP27: superar estagnação
sexta-feira, 29 de abril de 2022
Bolsonaro no palanque da ExpoZebu

Após Agrishow, Bolsonaro leva antidemocracia à ExpoZebu
O presidente Jair Bolsonaro tem agenda marcada para amanhã (30/04) na 87ª ExpoZebu – Exposição Internacional de Raças Zebuínas, em Uberaba (MG). Cumprirá, portanto, uma tradição que vem da era Getúlio Vargas, mas interrompida pelo último ditador militar, general João Figueiredo, em 1981 (ver adiante). CONTINUE LENDO AQUI.
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terça-feira, 26 de abril de 2022
Agrishow: palanque para Bolsonaro atacar STF

Agrishow montou palco para Bolsonaro atacar democracia
À vontade (muito à vontade, mesmo), nesta segunda (25/05), na feira da Agrishow, o presidente Jair Bolsonaro fez mais uma declaração do amor pela ditadura. Estava em território de históricos inimigos das instituições democráticas, dos índios (e suas terras) e do ambiente (fauna e flora) e recheado de fazendeiros sedentos por mais fuzis. Discursou fechando a cerimônia de abertura da feira, em Ribeirão Preto (SP). CONTINUE LENDO AQUI.
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domingo, 29 de agosto de 2021
Tiro da Aprosoja
Enviado por Nairo Alméri - dom 29/08/2021 | às 13h57 - adicionado em 14/09/2021
TIRO (DA SOJA) PELA CULATRA
(Crônica para porteira arrombada)
O presidente bolsonarista da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Brasil (Aprosoja Brasil), Antônio Galvan, foi um dos que liderou os financiamentos dos protestos programados para Brasília, capitais e principais cidades em GO, TO, MS, MT, RO, AP, AC, PR e Capital de SP. Claro, com dinheiro da entidade e consentimento dos associados (agricultores, tradings, deputados, governadores, senadores, prefeitos, religiosos, chineses, japoneses, norte-americanos, … “centrão” raiz).
Ministério da Defesa atende 'aliados' de Bolsonaro
O alvo bolsonarista é o de sempre: STF e TSE.
Mas, em Brasília, o show paralelo (a parada militar é o principal - oficial) desses fanáticos de aluguel (de ocasião) não contará com palanque musical do principal garoto propaganda, o sertanejo Sérgio Reis.
O presidente da República, Jair Genô(cida), adorou a programação do protesto 7 de setembro encaminhada por Galvan e Reis. E mandou o povo comprar fuzil.
Mas, como age sem pensar nas consequências, acabou montando enorme armadilha contra seus asseclas ruralistas. Com fuzil, milícias rurais invadirão fazendas. Arrebanharão descontentes do campo. Buscarão militâncias do MST (incluindo as ligas), o braço forte do Partido dos Trabalhadores (PT), às startups do crime do PCC (Primeiro Comando da Capital). Aceitarão acessões em outros “movimentos”. Será estabelecido um baita Isis-K Pantanal: corredor entre o Tremembé e o agro do Centro-Oeste.
O PCC, do Marcola, será parceiro estratégico das milícias. Tem cadeia de negócios em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Acre e Rondônia. Tudo nos limites da fina flor do agribusiness brasileiro. A organização criminosa conhece cada palmo de cerca das lavouras e fazendas de engorda de bois.
É claro que o business das milícias não será pegar pesado nas colheitas, armazenagem nem plantão home office nas telas das bolsas de commodities. Também não são chegadas em programações, confinamentos de bois, abates, seguros para operações de créditos e embarques.
De início (boas-vindas), cruzarão as porteiras em missão mais simples: roubos de maquinários e peças. Ofertarão às redes das revendas atacadistas do mercado marginal do outro lado da fronteira: Paraguai, Bolívia, Argentina, Colômbia e Venezuela. Também farão entregas no Brasil, com recado direto ao cliente eleito: a compra é compulsória.
Num segundo, ato, retornarão ao campo com suas controladas. Organizadas, digamos assim, numa holding imaginária: Milícias S/A. Aqui, as tratativas em patamar superior ao dos infantes (dos armados de fuzis). Entregarão ofertas hostis de participação nos lucros líquidos das lavouras e bois legalizadas. Mas, sem terem de arcar com desembolsos em compras de cotas ou ações do capital. Sem Fatos Relevantes. Tudo informal, no melhor estilo constitucional do retângulo da lei do tráfico.
O braço desses mercado financeiro miliciano, fará também ofertas primárias com esforço terrivelmente restrito de colocação. Traduzindo: aceite compulsório do ofertado. Em caso de recusa, as consequência!…
Depois, diversificarão nas pequenas mineradoras. Na linha de frente, legiões de garimpeiros submersos na floresta Amazônica. No nicho da prestação de serviços de cargas gerais, criarão ramais mais sólidos no táxi aéreo regional. Levarão a expertise de pilotos com muitas horas voos, decolando e aterrissando em pistas de chão batido no contrabandos de ouro, narcotráfico e outra gama de contratos.
Então, senhores Galvan, Blairo Maggi & companhia (ministros da Defesa, general Braga Netto, e da Casa Civil, Ciro Nogueira, e “centrão”), valeu ter dado asas à cobra?!…
“… E vai passando a boiada!”. Lembra dessa tese deste governo? Pois é! A boiada (indesejável) vai entrar no teu churrasco. Preste atenção: só filé tipo exportação, para não aborrecer o visitante (e futuro sócio). Podes crer!
Marcha ruralista,
Cabeça de papel,
Se não marchar direito,
Vai para … onde não sei!
(se vc que leu até aqui, faça um favor: não cole figurinha)
Fiesp, Febraban e Guedes
http://nairoalmeri.blogspot.com/2021/09/skaf-fiesp-febraban-guedes.html?m=/
Leia Política em ALÉM DO FATO: https://alemdofato.uai.com.br/
terça-feira, 22 de junho de 2021
Monsanto, Dow, Basf, Syngenta e ChemChina
Enviado por Nairo Alméri - ter 22/06/2021 | às 18h03
Multinacionais Monsanto, Dow, Basf, Syngenta e ChemChina com as "concentrações" aprovadas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Leia Aqui
#Syngenta #Agribusiness #Bayer #Basf #Monsanto #DuPont #Cade #SementesTransgênicas #SementesOGMs #Agrotóxicos #Fertilizantes #China #EstadosUnidos #Suíça
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
MARINHA ASSUME COMMODITIES DO MAR
Motivos do presidente do Bolsonaro para colocar almirante no Ministério de Minas e Energia
SOB DEFESA DA MARINHA, PETRÓLEO, COBALTO, OURO...
Nova fronteira
Sem avanços
Cobalto, ouro...
Estratégico
Capacitação
Zona econômica
900 mil km²
50% do território
Programa científico chegou primeiro
sábado, 11 de abril de 2015
ExpoLondrina, a melhor do agribusiness (1)
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Inflação Friboi; a fatura eleitoral
Os jornais mostram a enorme alta nos preços da carne bovina no varejo - no balcão dos açougues. No geral, os textos mandam a conta para "São Pedro", que seria, em tese, o guarda-chave dos reservatórios de água nas nuvens, seguindo a balela dita pelo Governo e a mais desejável pelo empresariado do berro do boi.
Mas um fato é incontestável: o comércio da carne, ou o agribusiness do matadouro, é quase um monopólio, no Brasil e mundo, do Grupo Friboi (ou Grupo JBS). E este conglomerado é líder absoluto (fatura R$ 93 bilhões por ano - R$ 29 bilhões no 2º trimestre deste ano), também, há alguns anos, em polpudas doações financeiras e materiais para candidatos de todas ideologias (até na esquerda da esquerda - ala que mais contesta) nos diversos partidos. O Friboi tem em sua carteira de candidatos a vereador até postulantes à cadeira do Palácio do Planalto. Esses 12,2% de inflação para carne, acumulada em 12 meses, o dobro da inflação (baixa) medida pelo Governo, pelo IPCA (no atacado, o boi gordo tinha encarecido 20%, em 2014, até 3 de julho - Portal DBO), tem origem: liberdade conquistada (comprada, fica mais adequado) com o custeio de candidaturas eleitorais. Quanto mais "poderoso" o candidato, ou com potencial para tal, mais milionária será a bolada (ou boiada no papel!) entregue pelo Friboi! Busquem nas listagens do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na distante Rondônia, o candidato a governador pelo PMDB (partido do vice de Dilma, Michel Temer, e principal aliado da base do PT) levou R$ 2 milhões.
Mas os controladores desse negócio estão acobertados pelas leis, muitas pensadas, acolhidas e aprovadas no Congresso Nacional (Câmara e Senado) em investimentos futuros pessoais dos deputados e senadores e arredores (vereadores, prefeitos, governadores e presidente da República).
Melhor trocar Governo
E beira deboche o Governo mandar o consumidor trocar a carne por ovos, quando deveria atacar as causas do problema. Esse foi o recado que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, mandou o secretário de Política Econômica, Márcio Holland, passar ao país - em plena decisão de campanha eleitoral para o mais alto cargo público do país. Há muito tempo que a solução é outra, senhor Mantega: não a troca do hábito alimentar, mas de Governo. E pelos resultados econômicos do país, bem abaixo das médias de outros grupos de países, o senhor deveria puxar a fila, pulando pela janela dos fundos!
Desmoralizado no cargo
A verdade é que Mantega é ex-ministro, de fato, desde junho (só está gerando despesas para a União), quando a candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) resolveu jogar para o eleitorado paulista, entregando, informalmente, o comando da economia para Aloizio Mercadante, ministro-chefe da Casa Civil. Mercadante. Este sempre quis a pasta. Agora, a mando da chefe, vai para a rua confrontar Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central e "nomeado" ministro da Fazenda pelo senador Aécio Neves (PSDB), que disputa com Dilma o segundo turno para Presidência da República. Então, senhor Mantega, se deixar Brasília, ou do Brasil, por agora ninguém notará a sua falta.
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