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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

A SUPREMA IMPRENSA DECIDIU

Enviado por Nairo Alméri - sex 20/02/2026 | às 15h16
Publicado no LinkedIn
A POLÍTICA ROTULADA

Os jornalistas, em geral e principalmente dos sistemas Globo, Folha, Estadão e Veja, impuzeram ao leitor que só deve se interessar por Política prisioneiro à rotulações. Algemados em guetos. Aboliram o olhar da Ciência Política para os grupos e partidos, substituídos pelos carimbos 'esquerda' e 'direita'. É, portanto, para se esquecer conhecimentos, como os da História da Filosofia e formação de quem ingressou na política e seus conceitos (ou ausência deles).

A postura das Redações (rádios, jornais e TVs) virou uma praga pela ignorância e favoreceu enlatados da política vadia. E claro, facilitou a fixação de par de asas em eternos espertalhões e velhacos da pobre (e podre) política partidária no Brasil.

Em segundo momento, a imprensa transferiu a rotulação para o campo da religião. Ficou assim: Igreja Católica, por sempre ter apoiado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) e a criação do Partido dos Trabalhadores (PT), em 1980, é 'esquerda'. As igrejas Evangélicas, com maioria contrária a Lula e ao PT, 'direita'.

Bem antes da Acadêmicos de Niterói e seus acidentados desfile (15/02/2026) e samba-enredo (“Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”), o nioticiário da Política já estava em "lata de conserva"!

Resumo da ópera: se, de repente, por exemplo, Editores e Diretores de Redação dos jornais baixarem quarentena para as expressões 'esquerda' e 'direita', terão de preencher páginas inteiras com receitas de bolos e poemas de Camões. O Estadão, na primeira metade da década dos anos 1970, se valeu muito disso, sempre que a Censura da ditadura militar proibia a publicação de determinadas notícias. Logo, logo, os (e)leitores entenderam o porquê.

- Imagem: estátua do "Pequeno Jornaleiro", na Av Rio Branco, no Rio de Janeiro - Crédito: Inventário dos Monumentos do RJ.

LEIA o ALÉM DO FATO: https://alemdofato.uai.com.br/author/nairoalmeri/

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sábado, 28 de junho de 2025

Business do FLA-FLU da política

Enviado por Nairo Alméri - sáb 28/06/2025 | às 23h35
(Publicado no LinkedIn)

O nós contra eles, direita e esquerda... Os adeptos e detratores dessas alas são velhos (os mesmos e prepostos) oportunistas. Caçadores de vantagens no principal e restos do erário.

Destemidos. Por isso, agem sem se importar se meia-noite ou meio-dia.

Os de fora, fantasiados de cautelosos, se arrumam num tal centro. É o abrigo para o pool dos meias-solas, os moitas do meio da rampa, mas mercenários de primeira. Ofertam suas bandeiras - devoções de ocasião - pelo maior valor. À sombra dos embates, são primos caroneiros nas fragilidades das tais esquerda e direita. Porém, sempre de olho na melhor hora de definirem o round, levando lucros.

Todos embarcam em mesmos busões de chegada. Das carteiras, sacam bilhetes da gráfica do Judiciário Eleitoral, que nunca filtra quem busca carta branca para concorrer aos mandatos eletivos. Mesmo sendo fichas sujas em cartórios, todos contam com as garantias do TSE.

Ser, então, das ditas esquerda e direita (e até do tal centro) jamais foi atestado de qualidade, honestidade etc. A ideologia desses militantes é a mesma: chegar e nunca sair, e se arrumar.

O que salva esses sanguessugas é o voto obrigatório. Por isso, o Legislativo (eles próprios) nunca dará alforria desejada pelo eleitor: liberdade para, em dias de eleições, ficar longe das urnas, sem ameaças de punição. É mais um jogo sujo, no qual as ditas esquerda e direita atacam com mesma reza - Crédito: Agência Brasil.

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