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Mostrando postagens com marcador CPI. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Uma CPI Arca de Noé

Enviado por Nairo Alméri - qua 21/01/2026 | às 09h55

A PIZZA DE SEMPRE
Instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) restrita ao Grupo Banco Master e seu dono, o mineiro Daniel Vorcaro, será repeteco de tantas outras pizzas. Há uma lista sem-fim de cardeais desta pobre (e podre) política a ser ingestigada e banida. Seria assim em país sério e de povo corajoso - não acomodado. Além do Executivo e Legislativo, caberia investigar o Judiciário e o 'Sistema U': TCU, AGU e CGU. Mas está para nascer politico que arriscaria dar um tiro pé a nove (09) meses das eleições!... Então, a pizza gigante nem precisa ser montada - Crédito: Agência Brasil - LEIA AQUI. - https://alemdofato.uai.com.br/author/nairoalmeri/

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Cadê a 'esquerda' brasileira que estava aqui?

Enviado por Nairo Alméri - qua 14/01/2026 | às 10h26

DE REPENTE, FICOU CEGA PARA AS MORTES EM ESCALA PROMOVIDAS PELA OPRESSÃO DO REGIME DO IRÃ AOS PROTESTOS POR LIBERDADES. EM PISCAR DE OLHOS, ENSACOU O PRIMOR DA 'DOUTRINA' IMPORTADA PELO PT E PREGADA POR LULA & CIA. O VICE, GERALDO ALCKMIN, UM EX-TUCANO RAIZ, COME ATÉ O TALO DA COUVE DA HORTA DOS PETISTAS. VERGONHA!



"Assim, o silêncio de parte desse grupo ideológico sobre os protestos contra o regime dos aiatolás, que varrem o Irã desde 28 de dezembro e vêm sendo reprimidos brutalmente, não chega a espantar, mas é de se recriminar, pela incoerência e pela falta de qualquer laivo de moralidade". Leia mais no artigo "O silêncio da esquerda sobre a luta por liberdade no Irã”, da jornalista Lygia Maria - Folha de S.Paulo, 12/01/2026.

Molho de palanque: Master, Lulinha e CPI

Enviado por Nairo Alméri - qua 14/01/2026 | 00h53
Políticos apostam na possibulidade de uma CPI para o Banco Master também afastar dos palanques fantasmas de corrupções passadas. Além de virar pizza. Mas o escândalo ganhou tempero paralelo: um dos filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) é investigado pela Polícia Federal nas fraudes em cima dos benefícios dos aposentados do INSS. Imagem do Banco Master, na Avenida Faria Lima, em São Paulo - Crédito: Rovena Rosa/Agência Brasil. LEIA AQUI.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

CEMIG MEXE NA GOVERNANÇA

Enviado por Nairo Alméri - sex 16/02/2024 | às 16h55

ESTATAL AGORA VAI DE POLÍTICA ANTISUBORNO
Sai a política antifraude, entra a antisuborno. A administração da estatal passou por uma CPI na primeira gestão do governador (reeleito) de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Crédito: Guilherme Dardanhan/ALMG/Divulgação - ACESSE AQUI.

sábado, 21 de agosto de 2021

Itapemirim sob intervenção do TJSP

Enviado por Nairo Alméri - sáb 21/08/2021 | às 1h33

TJSP apura desvio de dinheiro no Grupo Itapemirim; criação da da ITA

Tribunal colocou auditor externo no Grupo Itapemirim. Enquadrou administrador da recuperação judicial (AJ), empresário Sidnei Piva. Ele fica proibido de realizar operações sem aprovação da Brasil Expert. Viação Itapemirim gastou R$ 35 milhões na criação da companhia Itapemirim Transportes Aéreos (ITA). Empresa é também investigada, desde 0ntem (20/08), por CPI da Câmara de Vereadores de Nova Friburgo (RJ) - LEI AQUI

ITA foi criada após deferimento da recuperação judicial 



I

sexta-feira, 18 de julho de 2014

O Caixa 2 da CEF (Lembra?!...)

Um hipermensalão de R$ 719 milhões

Enviado por Nairo Alméri – sex, 13.1.2014 | às 9h15
A tungada que da Caixa Econômica Federal (CEF) contra 525.527 crédulos depositantes (pedreiros, cozinheiras, professores, motoristas, diaristas, engenheiros, aposentados etc.) em contas de caderneta de poupança, em 2012, foi de R$ 719 milhões. A denúncia é da revista IstoÉ. Descontada a parte do Imposto de Renda (IR – que vai para o próprio Governo), teriam entrado limpinhos nos lucros da CEF, um banco federal, R$ 420 milhões. Parte dessa apropriação indébita do Governo Dilma teria devolvida, garante o banco. Mas ninguém foi punido. Em país sério, estariam sentindo cheiro da cadeia as autoridades máximas do sistema financeiro: ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Claro, além do presidente da CEF, Jorge Hereda.

Sempre a Caixa
É bom lembrar que, no final do primeiro Governo Lula, em meio às primeiras apurações do escândalo do “mensalão” do Partido dos Trabalhadores (PT), o antecessor de Mantega, o ex-ministro Antonio Palocci caiu por bem menos: mandou vasar o extrato bancário de um caseiro Francenildo dos Santos Costa, que depusera contra o então poderoso ministro na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Detalhe: foi na mesma CEF!... E foi a Caixa, também, a causadora de corrida, em um final de semana de maio, da corrida aos terminais eletrônicos de boa parte das 11 milhões beneficiários do Bolsa Família. A corrida foi provocada por boatos, na rede social, que o benefício acabaria. De pronto, a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, usou a internet para culpar a oposição. Mesmo diante da constatação de culpa da Caixa, o caso foi encerrado com um simples pedido de desculpas de Hereda. Em país sério, no mínimo, estariam processados Hereda e Rosário.

Elegeria 4 presidentes!
Em 2010, o PT declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), gasto de R$ 177 milhões com a campanha da presidente Dilma. O PSDB declarou gastos de R$ 120 milhões.

Tudo igual?!...
Hoje, pelo menos, alguma instituição financeira estará discordando da publicidade da CEF, no texto lido pela atriz Camila Pitanga, que diz que “todo banco é igual”. É. Se ninguém espernear, vai ficar parecendo tudo “igual”.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

O Caixa 2 da CEF

Um hipermensalão de R$ 719 milhões

Enviado por Nairo Alméri – sex, 13.1.2014 | às 9h15
A tungada que da Caixa Econômica Federal (CEF) contra 525.527 crédulos depositantes (pedreiros, cozinheiras, professores, motoristas, diaristas, engenheiros, aposentados etc.) em contas de caderneta de poupança, em 2012, foi de R$ 719 milhões. A denúncia é da revista IstoÉ. Descontada a parte do Imposto de Renda (IR – que vai para o próprio Governo), teriam entrado limpinhos nos lucros da CEF, um banco federal, R$ 420 milhões. Parte dessa apropriação indébita do Governo Dilma teria devolvida, garante o banco. Mas ninguém foi punido. Em país sério, estariam sentindo cheiro da cadeia as autoridades máximas do sistema financeiro: ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. Claro, além do presidente da CEF, Jorge Hereda.

Sempre a Caixa
É bom lembrar que, no final do primeiro Governo Lula, em meio às primeiras apurações do escândalo do “mensalão” do Partido dos Trabalhadores (PT), o antecessor de Mantega, o ex-ministro Antonio Palocci caiu por bem menos: mandou vasar o extrato bancário de um caseiro Francenildo dos Santos Costa, que depusera contra o então poderoso ministro na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Detalhe: foi na mesma CEF!... E foi a Caixa, também, a causadora de corrida, em um final de semana de maio, da corrida aos terminais eletrônicos de boa parte das 11 milhões beneficiários do Bolsa Família. A corrida foi provocada por boatos, na rede social, que o benefício acabaria. De pronto, a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, usou a internet para culpar a oposição. Mesmo diante da constatação de culpa da Caixa, o caso foi encerrado com um simples pedido de desculpas de Hereda. Em país sério, no mínimo, estariam processados Hereda e Rosário.

Elegeria 4 presidentes!
Em 2010, o PT declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), gasto de R$ 177 milhões com a campanha da presidente Dilma. O PSDB declarou gastos de R$ 120 milhões.

Tudo igual?!...
Hoje, pelo menos, alguma instituição financeira estará discordando da publicidade da CEF, no texto lido pela atriz Camila Pitanga, que diz que “todo banco é igual”. É. Se ninguém espernear, vai ficar parecendo tudo “igual”.