Enviado por Nairo Alméri - ter 28/07/2026 | 0h42
A queda da cúpula do Conselho de Administração da mineradora marca a retomada da tentativa de Lula (PT) de colocar rédeas no comando da mineradora de ferro. Primeiro, tentou emplacar Guido Mantega (ex-ministro da Fazenda) como presidente da Vale. Mantega aparece em relatórios das investigações dos escândalos do Banco Master e seu fundador, o mineiro Daniel Vorcaro - Foto: Imagem ilustrativa de pilha de minério de ferro no complexo S11D, em Canaã dos Carajás (PA) - Crédito: Luiz Baginski / Vale Divulgação Institucional / Redes Sociais. LEIA AQUI.
ASSUNTOS PRINCIPAIS: - Ensino e Ciência - P,D&I e Inovação Tecnológica Aplicada - Cultura e Veículos de Comunicação - Desenvolvimento, Sustentabilidade e Soberania - Investimento, Produção e Recuperação de Bens - Empresas de Destaque, Profissões do Futuro e Eventos - Logística de Commodities, Bens de Consumo e Exportação - Política Partidária e Política de Governo, Leis, Justiça e Cidadania - Economia - Nacional Internacional e Empresas Globais
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terça-feira, 28 de julho de 2026
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
Toffoli vence (se impõe), mas não convence
Enviado por Nairo Alméri - ter 30/12/2025 | às 02h10
Ministro Dias Toffoli, do STF, usa poder do cargo para retirar a própria foto da luz dos holofotes dos escândalos (redes de influência política e fraudes) do Banco Master. Toffoli, de forma clara, tenta desacreditar e empurrar o Banco Central (BC), órgão investigador, para mesma lama do banqueiro Daniel Vorcaro - Crédito: Agência Brasil. LEIA MAIS AQUI.
Ministro Dias Toffoli, do STF, usa poder do cargo para retirar a própria foto da luz dos holofotes dos escândalos (redes de influência política e fraudes) do Banco Master. Toffoli, de forma clara, tenta desacreditar e empurrar o Banco Central (BC), órgão investigador, para mesma lama do banqueiro Daniel Vorcaro - Crédito: Agência Brasil. LEIA MAIS AQUI.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Sai palanque, entra estatística
Enviado por Nairo
Alméri – qui, 02.10.2014 | às 12h54 - modificado às 13h
Antes do advento das redes sociais, os políticos valorizavam os comícios. Correligionários e partidos mandavam erguer palanques pelos bairros e praças, nas cidades e nos arraiais. Os candidatos, então, faziam suas promessas. Em algumas bibocas, deste imenso Brasil, o comício tinha a importância de evento social coletivo.
Eram tempos nos quais os candidatos disputavam votos.
Hoje, na disso se faz. Mas, quando acontecem, as promessas são substituídas por caronas no melhor escândalo do dia: aquele que está nos telejornais, jornais, revistas e que é campeão em acessos nas redes sociais.
Os candidatos trocaram eleitores pelas estatísticas nas pesquisas de opinião pública de intenção de voto.
Valeria mais, então, nestas eleições, por exemplo, montar palanques para pesquisas do Ibope, Datafolha, Vox Populi etc. em frente às sedes da Petrobras, BNDES, Correios, Palácio do Planalto, Polícia Federal etc.
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