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quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Governo de MG encerra MGI na CVM

Enviado por Nairo Alméri - qua 19/01/2022 | às 14h04

Governo de MG com pé fora do mercado financeiro; MGI

A MGI – Minas Gerais Participações S.A acompanhou com destaque a trajetória do Governo de Minas Gerais como banqueiro de muitos bancos. Foi assim até o final dos anos da década de 1980. O Estado chegou a ter, ao mesmo tempo, quatro bancos, um BD, duas financeiras, seguradora, leasing, corretora de valores e empresa de participação acionária. Entre os bancos estaduais, um desses, o Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge) figurou como terceiro entre os estatais regionais mais importantes do país: atrás do Banespa (São Paulo) e Banerj (Rio de Janeiro). E o seu BD, o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), uma referência política. Leia AQUI.
Governo de Minas foi um dos maiores banqueiros do país: Crédito; Divulgação


terça-feira, 26 de maio de 2020

Banco CNH

Banco CNH Industrial anuncia vantagens, mas só vão para o contrato de financiamentos das máquinas agrícolas se houver dinheiro do BNDES. LEIA AQUI
 Enviado por Nairo Alméri - ter 26.05.2020 | às 24h38


Banco anuncia "condições especiais" para máquinas
 levaria à Agrishow 2020, mas só valem se houver 
dinheiro do BNDES 

#Case #NewHolland #CNH #FCA #Chrysler #Fiat #Iveco #BancoCNHIndustrial #BNDES #Finame #Moderfrota #Agrishow #PandemiaDoNovoCoronavírus 

 

domingo, 12 de janeiro de 2020

Gino Raniero Cucchiari, a lenda da Fiat Allis

Enviado por Nairo Alméri - dom 12/12/2020 | às 17h00

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Gino Raniero Cucchiari, a lenda da Fiat Allis

#GinoCucchiari #Gino #GinoRanieroCucchiari #Fiat #GrupoFiat #FiatSpA #Contagem #Betim #JornalDoBrasil #NewHolland #NewHollandConstuction #CNH #SpA #ValentinoRizzioli #CledorvinoBellini #Cruzeiro


sábado, 28 de julho de 2018

Trator New Holland


Com motor movido a biometano


Enviado por Nairo Alméri – sáb, 28.07.2018 | às 12h43 - modificado às 12h49

A montadora de tratores New Holland, do Grupo FCA, apresentou, no final de 2017, mais um “conceito”, do tipo ecologicamente correto, para o segmento das máquinas agrícolas:https://youtu.be/IfJZB4jIYok.
Tempos atrás, lá por outubro de 2000, portanto, muito antes do surgimento do Grupo FCA, a Fiat Automóveis, no Brasil, rodou uma propaganda (para série Palio) que sugeria: “Você precisa rever seus conceitos”. Um convite à aceitação das mudanças de comportamento na sociedade, quebrando preconceitos. A mensagem, à época, era forte e remetia ao hoje badalado “politicamente correto”.
De volta ao trator, as montadoras ainda devem muito ao planeta Terra!  Seria bom acelerarem em novos conceitos, com prazos menos longos.



quarta-feira, 6 de março de 2013

Há 40 anos, Fiat e Cenibra

Enviado por Nairo Alméri  -  quar, 6.3.2013 | às 15h33 

06.03.2013

Neste ano, duas importantes companhias de capital estrangeiro instaladas em Minas Gerais emplacarão 40 anos dos termos protocolares finais para suas existências. Em 14 de março de 2013, no Governo Rondon Pacheco, foi consignada com a Fiat S.p.A a decisão pela construção da Fiat Automóveis, em Betim. O chefe da casa italiana, Giovanni Agnelli, assinou o protocolo no Palácio da Liberdade, tendo o Governo de Minas como acionista – quase metade do capital. No mesmo ano, em 13 de setembro, a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD – atual Vale S/A), sendo majoritária, celebrou acordo com a holding Japan Brazil Paper and Poulp Resources Development Co., Ltd  (JBP), para a construção da Celulose Nipo-Brasileira – Cenibra, em Belo Oriente. Há algum tempo, o Governo de Minas e a Vale saíram das sociedades, deixando 100% do capital com os antigos sócios.

As ‘bolivarianas’ do Mercosul

Enviado por Nairo Alméri  -  quar, 6.3.2013 | às 15h33 - modificado às 18h46
06.03.2013

No ano passado, puxando pelo cabresto Cristina Kirchner, da Argentina, a presidente Dilma Rousseff se intrometeu em assuntos internos constitucionais do Paraguai, que promovia o julgamento de retirada do mandato do presidente Fernando Lugo. A deposição seguiu o rito da Constituição paraguaia. O chanceler brasileiro, Antônio Patriota, desembarcou e Assunção, “levando uma forte mensagem da presidente Dilma Rousseff contra o que está se passando, algo inaceitável para o Brasil” (Agência Efe, 21.6.2012).
Lugo caiu. Dilma usou o episódio como uma deixa para suspender o Paraguai nas votações do bloco. O Congresso do Paraguai acusava a “revolução bolivariana” do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, de desrespeito às liberdades democráticas. Por isso obstruía seu ingresso no Mercosul. Com Paraguai excluído das decisões, Dilma e Kirchner abriram caminho para a entrada triunfal (em Brasília) da Venezuela .
Agora, morre Chávez (anúncio oficial foi na tarde de ontem) e a Constituição venezuelana não será respeitada. A Presidência do país e as novas eleições, em 30 dias, deveriam ser comandadas pelo atual presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, uma vez que Chávez não tomou posse (estava doente, em Cuba) no começo de janeiro. Mas os comandantes militares se declararam pelo continuísmo do “chavismo” e entregaram todas as tarefas ao vice da Venezuela, Nicolás Maduro, que governou nestes dois meses do 4º mandato de Chávez. Maduro, apresentado por Chávez como seu “herdeiro” de sua “revolução”, será candidato. Cabello é “chavista” e não saiu em defesa da Constituição.
E então, senhoras presidentes Kirchner e Dilma? Além das lágrimas por Chávez, dirão (em solo venezuelano) que se trata de assunto interno do povo da Venezuela? No Paraguai também era um assunto interno, no qual foi respeitada a Constituição!