Enviado por Nairo Alméri - ter, 02.9.2014| às 15h46
As declarações da presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e de seu ministro da Fazenda, Guido Mantega, contra o programa da rival Marina Silva (PSB), foram iguais a tiro n'água. Nem os índices da Bolsa (BM&FBovespa) despencaram, nem a Fiesp convocou coletiva de imprensa, muito a cotação do dólar disparou. Dilma, respirando a mesma atmosfera poluída (literalmente) de São Bernardo do Campo, e empurrada nas ruas pelo padrinho e empresidente Lula, acusa disse que a proposta de Marina "reduz a pó a política industrial". Mantega, em Brasília, avaliou que a candidata do PSB "vai reduzir a atividade econômica".
Traduzindo cidadãos, donos de empresas e investidores do mercado financeiro: o país só exercitará seus nervos diante de propostas. É quase certo que se a presidente Dilma convocar uma reunião extraordinária do "Conselhão", aquele que reúne os donos do PIB brasileiro, não aparecerá nem o coperio.
Palpite com 101% de chances de acerto: Guido Mantega acabou. Se Aécio Neves nomeou um ministro da Fazenda, Armínio Fraga, mesmo despencando nas psquisas, mesmo sem se saber qual será a sorte de Dilma nas urnas, daqui a um mês, já pode ser chamado de ex-ministro.
ASSUNTOS PRINCIPAIS: - Ensino e Ciência - P,D&I e Inovação Tecnológica Aplicada - Cultura e Veículos de Comunicação - Desenvolvimento, Sustentabilidade e Soberania - Investimento, Produção e Recuperação de Bens - Empresas de Destaque, Profissões do Futuro e Eventos - Logística de Commodities, Bens de Consumo e Exportação - Política Partidária e Política de Governo, Leis, Justiça e Cidadania - Economia - Nacional Internacional e Empresas Globais
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terça-feira, 2 de setembro de 2014
Brasil entra setembro sem opção
Aécio, Dilma e Marina pioram o que estava péssimo!...
Nairo Alméri – ter, 02.09.2014 | às 13h03 - alterado às 13h54
Errou feio quem aquele que assistiu, no dia 26 passado, ao
pseudo debate organizado pela TV Band entre os sete candidatos (dos 11)
melhores posicionados nas pesquisas para as eleições à Presidência
da República e apostou que ontem, na TV SBT, haveria um up grade nos discursos – algum progresso e apresentação de propostas sérias, factíveis e com amparos científicos e práticos. A TV Band pecou ao optar
por só colocar jornalistas ‘prata da casa’ como entrevistadores. O canal de
Sílvio Santos até que tentou melhorar o nível do confronto de ideias, digamos,
ao fazer parcerias com a “Folha de S.Paulo”, UOL e “Rádio Jovem PAN”, que tiveram jornalistas como questionadores.
Mas de nada valeu. Em uma semana, Aécio
Neves (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSD) não tiveram capacidade de
pensar e apresentar um, um ao menos, projeto para estabelecer rumos de
grandiosidade para o Brasil. Eles parecem ter viajado a um planeta exclusivo
para republiquetas de bananas e regidas pelo regime de ignorância profunda. E
pior: seus habitantes parecem aceitar. Não saiu da boca dos três, por exemplo, uma só proposta concreta para se retirar economia do país da recessão em que se
encontra.
Parecem todos abestalhados com o crescimento bíblico de
Marina nas pesquisas. Esta parece também pouco entender se passou a encarnar o
símbolo do voto do “não”, de um plebiscito contra os governantes que assumiram o
Planalto em 2003 (Lula duas vezes e Dilma), ou se os eleitores optaram,
novamente, por jogar voto fora. Foi assim, mas com certa dose de picardia, quando os brasileiros elegeram o rinoceronte Cacareco (vereador de São Paulo, 1959 - 100 mil votos), macaco
Tião (prefeito do Rio, 1988 - 400 mil votos) e o palhaço (sua profissão) Tiririca (deputado
federal em São Paulo, 2010 – 1,35 milhão de votos, com recorde nacional).
Ontem, no SBT, o eleitor saiu perdendo. Teve que ouvir uma
Dilma que tenta se algemar à cadeira no Planalto em cima de bate-boca de briga de rua, prática típica das
militâncias do PT, agora também nas redes sociais. Aécio pareceu atropelado por
uma locomotiva. E mesmo diante de tanta mediocridade o tucano não consegue
ressuscitar. E Marina, por fim, não consegue usufruir da ascensão, e se ocupa com explicações
para o dinheiro que recebeu em palestras cujas fontes pagadoras estão ocultas por exigências contratuais.
Como ainda estão em campanha, os candidatos poderiam pensar
no país. E vai, aqui, uma singela colaboração de temas que estão nas ruas e algumas provocações:
- Fim da indicação dos ministros para os tribunais superiores
(TSE; TST; STF) pelo Executivo, e, do administrativo (TCU) pela Câmara Federal;
e assim por diante nos Estados e Municípios;
- Limitação a três nomes nas nomeações para os gabinetes de
parlamentares e todos os cargos nas administrações públicas (Executivos,
Judiciários e Legislativos), nas autarquias, estatais etc.; otimização e redução
do tamanho da máquina nas administrações públicas; fixação de regras rígidas e
inibidoras à criação de ministérios, secretarias, autarquias, estatais etc. nas
administrações federal, estaduais e municipais;
- Fim do voto obrigatório; retorno à idade mínima de 18 anos
para retirar o título de eleitor; criação do voto distrital;
- Mandatos coincidentes e de cinco (05) anos para todos os
cargos; sem reeleição, mas podendo retornar após a quarentena por uma
legislatura;
- Criação de penitenciárias profissionalizantes para o último terço das penas a serem cumpridas pelos presidiários;
- Redução da maioridade penal para 16 anos; e, após quatro
anos, para 14;
- Reforma fiscal básica: discutida, de forma ampla pela sociedade,
em um semestre; em discussão no Congresso Nacional em outro semestre e votação;
- Redução no número de impostos federais e estaduais e de suas
alíquotas;
- Programa de redução dos impostos na produção e extração de
commodities direcionadas à manufatura no país;
- Incentivos à redução da exportação de commodities in natura;
- Programa de incentivo ao trabalhador (serviço público e
privado) e militar para vir a ser empreendedor nos cinco anos restantes para a aposentadoria;
- Incentivo ao ingresso das Prefeituras Municipais (de forma
isolada ou em consórcio) em programas de pesquisa, desenvolvimento e inovação
tecnológica (P,D&I), com metas anuais de superação e comparação
internacional;
- Programa de incentivo ao sucateamento de veículos (rodoviários,
aéreos, náuticos e ferroviários) com mais de 10 anos de fabricação mediante
isenção de impostos, mas declarado à Receita Federal pelo proprietário;
- Voto distrital; redução do número de vereadores, deputados
e senadores;
- Fim do cargo de vice-prefeito para municípios com menos de
200 mil habitantes;
- Um hospital de pronto socorro para cada 50 mil habitantes;
- Revisões semestrais junto aos países desenvolvidos de
programas de combates às doenças;
- Uma Delegacia de Polícia para cada 5 mil habitantes;
- Transferência permanente de conhecimentos táticos e de cursos
da Polícia Federal e das Forças Armadas para as forças de segurança pública e
Corpo de Bombeiros dos Estados;
- Poder bélico estratégico de defesa militar do território
nacional comparável ao dos países que hoje têm poder veto no Conselho de
Segurança da ONU (EUA, China, Rússia, Reino Unido e França);
- Uma Escola Técnica para cada 50 mil habitantes;
- Reciclagem obrigatória, em escolas públicas e privadas,
dos professores a cada três anos, sendo obrigatória a comprovação de que
atingiu a meta;
- Livros didáticos com edições válidas por prazos mais
longos;
- Fixação de prazo para o término de todos os programas assistenciais
que transferem dinheiro público para conta dos cidadãos;
- Fixação de prazo para retirada do país de todos os
profissionais estrangeiros que chegaram para programas de políticas assistenciais
de Governo;
- Um quartel de Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros para
cada 50 mil habitantes. Envolvimento dos militares em atividades comunitárias;
- Uma barreira de polícia rodoviária Estadual e/Federal a cada
50 km de rodovia;
- Instalação de bases militares conjuntas (Exército, Marinha/Fuzileiros
e Aeronáutica) a cada 50 km de fronteiras;
- Política internacional com privilégios somente às nações
signatárias e praticantes dos princípios das determinações das Nações Unidas e
da Organização dos Estados Americanos;
- Máximo de 30 alunos por sala de aula nos ensinos
Fundamental e Médio;
- Ocupação semanal, durante o dia, nos dias de semana, dos
estádios de futebol como escolas públicas;
- Fim da exclusividade nas transmissões pelos canais de
televisão de competições que tenham verbas públicas (da administração direta) e
de empresas estatais como patrocinadoras de atletas, clubes e anunciantes no
horário.
- Permanência máxima por dois mandatos dos presidentes das
federações e confederações esportivas;
- Permanência máxima de dois mandatos dos dirigentes de
clubes de futebol que estão no Programa de Recuperação Fiscal (Refis);
- Fim das acumulações dos prêmios das loterias da Caixa
Econômica Federal – não tendo acertador(es) para o prêmio máximo, o valor será
rateado nas classificações abaixo;
- Programa de transporte coletivo avaliação mensal de
eficiência pelos poderes públicos, usuários e concessionários, com a fixação de
critérios de satisfação para reajustes tarifários;
- Programas de incentivo à preservação ambiental em toda a
sua amplitude destinado às crianças e jovens (até os 40 anos), com bonificações
e/ou acúmulos de créditos fiscais para utilização em transações no país e
ingresso no país com importados;
Etc. etc. etc. etc.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Acordo Petrobras e Braskem
Foi imposição. Mercado reage mal
Enviado por Nairo Alméri – seg, 1.9.2014 | às 12h56 - alterado às 13h31
Depois de um rosário de escândalos, que se forma desde o 1º
Governo Lula (PT), 2003-2006, parece que tudo onde a Petrobras pisa cheira
enxofre. Hoje os analistas para investimentos no mercado de capitais reagiram
de nariz torcido ao novo acordo (acordo entre aspas) de seis meses que a
Petrobras impôs ao preço do nafta que vende para a Braskem, principal
petroquímica da América Latina. A
análise no site da XPF Invest traduz bem o tal acordo.
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Candidatos isolam Brasil
Enviado por Nairo Alméri - qua, 27.8.2014 | às 9h10
Os sete candidatos à Presidência da República que foram ao pretenso debate na TV Band, ontem, não possuem políticas para as relações internacionais. A omissão total desse relacionamento foi, porém, ótimo para a candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT), que não foi confrontada (foi poupada) de ver questionada o fracasso da diplomacia brasileira. Não se discutiu as perdas de ativos financeiros pela Petrobras no exterior (desde os confiscos pela Bolívia), as relações comerciais gerais via regras da Organização Mundial do Comércio (OMC - dirigida atualmente por um brasileiro), os acordos comerciais com a China e Rússia, o fracasso do Mercosul, a parceria band-aid dentro dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), as preferencias perdidas nos mercados da África etc; as questões políticas na Venezuela, Rússia, Irã, Síria, Ucrânia, Afeganistão e Israel, além dos fracassos da ONU, OEA e o fiasco que é a tal Unasul (criada por Lula, ex-presidente e padrinho de Dilma).
Os sete candidatos à Presidência da República que foram ao pretenso debate na TV Band, ontem, não possuem políticas para as relações internacionais. A omissão total desse relacionamento foi, porém, ótimo para a candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT), que não foi confrontada (foi poupada) de ver questionada o fracasso da diplomacia brasileira. Não se discutiu as perdas de ativos financeiros pela Petrobras no exterior (desde os confiscos pela Bolívia), as relações comerciais gerais via regras da Organização Mundial do Comércio (OMC - dirigida atualmente por um brasileiro), os acordos comerciais com a China e Rússia, o fracasso do Mercosul, a parceria band-aid dentro dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), as preferencias perdidas nos mercados da África etc; as questões políticas na Venezuela, Rússia, Irã, Síria, Ucrânia, Afeganistão e Israel, além dos fracassos da ONU, OEA e o fiasco que é a tal Unasul (criada por Lula, ex-presidente e padrinho de Dilma).
Aécio Neves nomeou Armínio Fraga
Enviado por Nairo Alméri - qua, 27.8.2014 | às 8h56
A menos de 40 dias das eleições, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) começou a nomeação de seu futuro Ministério. É uma jogada política, diante do manifesto de "descrédito" do empresariado com a política econômica do atual governo de Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição. Ontem, no pretenso debate da TV Band entre sete dos candidatos à Presidência da República, Aécio "nomeou" o economista Armínio Fraga (ex-presidente do Banco Central do Governo FHC), seu ministro da Fazenda. O candidato ainda não tem o mandato e caiu para o terceiro lugar na pesquisa do Ibope, ultrapassado por Marina Silva (PSB). Mas, de qualquer forma, inovará, caso chegue ao final da campanha com o eleitorado conhecendo previamente todos os seus "ministros". Terá tempo para nomeá-los e, evidentemente, colocá-los na campanha. Seria bom se indicasse também os seus presidentes para BNDES, BB, CEF, Petrobras, Eletrobras, Furnas etc.
A menos de 40 dias das eleições, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) começou a nomeação de seu futuro Ministério. É uma jogada política, diante do manifesto de "descrédito" do empresariado com a política econômica do atual governo de Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição. Ontem, no pretenso debate da TV Band entre sete dos candidatos à Presidência da República, Aécio "nomeou" o economista Armínio Fraga (ex-presidente do Banco Central do Governo FHC), seu ministro da Fazenda. O candidato ainda não tem o mandato e caiu para o terceiro lugar na pesquisa do Ibope, ultrapassado por Marina Silva (PSB). Mas, de qualquer forma, inovará, caso chegue ao final da campanha com o eleitorado conhecendo previamente todos os seus "ministros". Terá tempo para nomeá-los e, evidentemente, colocá-los na campanha. Seria bom se indicasse também os seus presidentes para BNDES, BB, CEF, Petrobras, Eletrobras, Furnas etc.
"Mais Médicos" nas TVs Band e Globo
Enviado por Nairo Alméri - qua, 27.8.2014 | às 8h39
O debate, na TV Band, entre sete dos candidatos à Presidência da República terminou era mais de 1h desta quarta-feira. A presidente Dilma Rousseff (PT), defendeu o sucesso na política da saúde pública com o seu "Mais Médicos" - e a importação de médicos: só de Cuba, mais de 11 mil, em abril. Assegurou que com os cubanos levou saúde a mais de "50 milhões" de brasileiros. Às 7h40, no "Bom Dia, Brasil", da TV Globo, foi mostrado o caso de uma cidadã que teve a "previsão" de atendimento agendada para "junho de 2015". No caso, para um teste para tuberculose.
O debate, na TV Band, entre sete dos candidatos à Presidência da República terminou era mais de 1h desta quarta-feira. A presidente Dilma Rousseff (PT), defendeu o sucesso na política da saúde pública com o seu "Mais Médicos" - e a importação de médicos: só de Cuba, mais de 11 mil, em abril. Assegurou que com os cubanos levou saúde a mais de "50 milhões" de brasileiros. Às 7h40, no "Bom Dia, Brasil", da TV Globo, foi mostrado o caso de uma cidadã que teve a "previsão" de atendimento agendada para "junho de 2015". No caso, para um teste para tuberculose.
Despreparo visto na TV Band
Enviado por Nairo Alméri - qua, 27.8.2014 | às 8h24
Ao comentarem o programado debate com sete dos candidatos à presidência da República, ontem, à noite, na TV Band, uma eleitora com bacharelado e licenciatura em Belas Artes, e ilustradora científica por profissão, e o estudante de Administração de Empresas reagiram indignados. O protesto é que candidatos a empregos nas empresas privadas e no serviço público (por concurso) precisam ter doutorado para lecionar etc.. Em caso empate (na iniciativa privada), o imbróglio vai para comprovação de competência nos currículos nas funções exercidas. Mas, enquanto isso, candidatos a presidente do Brasil, que é (por vezes) a 6ª economia do planeta, não precisam comprovar nada, bastando dominar correntes dentro de um partido e militâncias nas redes sociais.
Ao comentarem o programado debate com sete dos candidatos à presidência da República, ontem, à noite, na TV Band, uma eleitora com bacharelado e licenciatura em Belas Artes, e ilustradora científica por profissão, e o estudante de Administração de Empresas reagiram indignados. O protesto é que candidatos a empregos nas empresas privadas e no serviço público (por concurso) precisam ter doutorado para lecionar etc.. Em caso empate (na iniciativa privada), o imbróglio vai para comprovação de competência nos currículos nas funções exercidas. Mas, enquanto isso, candidatos a presidente do Brasil, que é (por vezes) a 6ª economia do planeta, não precisam comprovar nada, bastando dominar correntes dentro de um partido e militâncias nas redes sociais.
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