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domingo, 24 de maio de 2026

Ombudsman da Folha

Enviado por Nairo Alméri - dom 24/05/2026 | 01h20
(Publicado no LinkedIn)
Em 2014, a frustração da torcida brasileira com a Seleção foi em solo
brasileiro - Crédito: Marcello Casal jr/Agência Brasil

"... a confiança do leitor já foi bastante abalada...".
Neste sábado (23), a analista de conteúdo da Folha SP, jornalista Alexandra Moraes, tratou a forma como o jornal aborda assuntos do futebol. É sofrível, na opinião dela. O trecho reproduzido é da útlima oração da sua análise. Pode, todavia, ser sacado do contexto e fixado nas paredes de todas as editorias. A mensagem, entretanto, não se aplica apenas à Folha, mas a todos jornais, revistas, rádios, TVs, sites, portais, blogs etc. do país. Neste período de eleições agridem mais ainda a 'confiança do leitor" as torcidas explícitas nas Redações por candidatos (da casa e/ou do jornalista titular do texto) no trato do factual. O comportamento fere princípios elementares do Jornalismo. 

sábado, 11 de outubro de 2014

De quem é: emprego e desemprego?!

Enviado por Nairo Alméri – sáb, 11.10.2014 -|às 14h45
Todos lemos e, em maioria, aceitamos muitos discursos de inverdades. As estatísticas do IBGE, que anda no fio da navalha, em matéria de credibilidade (está se igualando aos institutos das pesquisas de opinião pública para os partidos políticos!), apontam criação de empregos num mês, bimestre, trimestre, semestre, um ano... Aí, o Governo, na pessoa de quem está sentado no Planalto, põe a cabeça na janela e brada: "... o meu governo criou tantos (mil ou milhões) de empregos". Todos aceitam. Aí, vem a maré baixa. O mesmo IBGE (mesma coisa de antes: em baixa na credibilidade), aponta que a indústria, o comércio, o serviço promoveram desemprego. Lá da janela do Planalto, alguém faz cara feia para os empresários (as empresas), acusando-os de promoção do desemprego. Ora, bolas! Na situação adversa, deveríamos ouvir, então, isso: "O meu governo causou (mil, milhões de) desempregos!".

A verdade
Numa economia capitalista, Governo só cria empregos quando dá a luz a mais uma estatal ou as existentes abrem vagas! Fora disso, quem gera empregos é o empresariado! Então não existe essa de "... no meu governo...". E o Estado assegurar condições de empregabilidade não é favor algum. Também não é para colocar no 'santinho' e/ou horário político do TSE. Estado é uma instituição e deve estar (e ser conservada) acima de governo de ocasião, de presidente do momento e de partido majoritário (e/ou partidos aglomerados).