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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Embraer busca equilíbrio

Enviado por Nairo Alméri – quar, 19.06.2013 | às 4h21

Apesar dos anúncios de segunda-feira e ontem, de vendas de mais 114 aeronaves (quatro E-170 para Japan Air Lines; sete E-190, para Conviasa, da Venezuela; e, três E-170, Air Costa, da Índia; 100 E-175-E2, para SkyWest  Inc, Estados Unidos ) e “cartas de intenções” para outras 265, os executivos da Embraer – Empresa Brasileira de Aeronáutica vivem o desafio de sustentar uma tendência de retomada das receitas mantendo os preços. Na abertura do 2º semestre, a companhia colocará em prática postura mais agressiva na prestação de serviços no exterior, ou seja, compensar canais de faturamento com os aviões.

Entregas
No primeiro trimestre, o lucro líquido, de R$ 62 milhões (queda de 67% em comparação com mesmo trimestre de em 2012), equivaleu a apenas 2,87% do faturamento líquido, de R$ 2,157 bilhões. De janeiro a março último, a Embraer entregou 27 aeronaves (comerciais e executivas), contra 76 no trimestre outubro-dezembro. No ano, o somatório das receitas da empresa, incluindo o despacho de 205 aeronaves, fechou em R$ 12,2 bilhões (na moeda norte-americana, a meta era ficar entre US$ 5,8 bilhões e US$ 6,2 bilhões) . Em abril, o diretor de Relações com Investidores da companhia, José Filipo, fez uma previsão de faturamento na ordem de US$ 6,4 bilhões para o atual exercício fiscal.
 
Curva
No primeiro trimestre deste ano, a carteira de pedidos da Embraer fechou em US$ 13,3 bilhões, o mais baixo entre todos os períodos desde 2007 (US$ 15 bilhões; 1º tri 2008, US$ 20,3 bilhões; 1º tri 2009, US$ 19,7 bilhões; 1º tri 2010, US$ 16 bilhões; 1º tri 2011, US$ 16 bilhões; 1º tri 2012, US$ 14,7 bilhões). Mesmo assim apresentou recuperação em relação ao 4º trimestre de 2013 (US$ 12,5 bilhões) e ao 3º (US$ 12,4 bilhões). Do 1º trimestre de 2007 ao mesmo período de 2013, a carteira de pedidos da Embraer exibe as seguintes médias mais baixas e altas por trimestres seguidos (fonte: Embraer):
- 1º ao 3º trimestre 2007: US$ 15,9 bilhões
- 2º ao 4º trimestre 2008: US$ 21,0 bilhões
- 2º ao 4º trimestre 2010: US$ 15,3 bilhões
- 1º ao 3º trimestre 2011: US$ 15,9 bilhões
- 2º ao 4º trimestre 2012: US$ 12,6 bilhões

Bombardier
Na semana passada, a canadense Bombardier Aeroespace, principal concorrente da Embraer no mercado de jatos regionais, entregou, em 2012, 233 aeronaves – meta era 235. Para o período 2013-2032 a projeção da companhia é comercializar 24 mil jatos executivos, e, 12.800 comerciais (20 a 149 assentos). Com o primeiro lote, a receita apurada chegaria a US$ 650 bilhões. No segundo, US$ 646 bilhões.

67ª SBPC
A 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), de 21 a 26 de julho no campus da UFPE, em Recife (PE), terá como tema “Ciência para o Novo Brasil!”.

Futebol
Os cientistas terão, nos vários painéis da 67ª SBPC, temas que discutirão políticas indígenas, ética e futebol. Este último tópico, por sinal, ganhou força com os protestos destes dias cujos destaques são os custos das passagens de ônibus e da Copa do Mundo 2014.

Enviado por Nairo Alméri – quar, 19.6.2013 | às  4h21

Por Milton Rego – ter, 18.6.2013 – blogdomiltonrego

No dia 6 de junho escrevi um post sobre a novela que virou a questão do emplacamento de máquinas agrícolas e rodoviárias.
Pois bem, uma semana depois, no dia 11 de junho, temos novos capítulos. Foi publicada no Diário Oficial da União, a Portaria 130, que finalmente regulamentaria a concessão do registro, ou seja, a possibilidade de emplacamento para máquinas agrícolas e rodoviárias. Isso é um passo importante para o setor e principalmente para os clientes, pois diminui o custo de financiamento e dá a garantia da adequação da máquina às normas vigentes. Leia Mais

terça-feira, 18 de junho de 2013

Submarino nuclear

Enviado por Nairo Alméri – ter, 18.06.2013 | às 13h28

DEFESA MILITAR
A Marinha do Brasil ainda não esclareceu o projeto de “nuclearização” de todos os submarinos SBr, do Prosub – Programa de Desenvolvimento de Submarinos, que receberá da francesa DNCS, com a transferência de tecnologia. De acordo com site especializado defesabr.com, bastaria alongar o submarino (o que foi feito no atual projeto – Leia Partes do submarino francês), via colocação de uma nova seção para o reator nuclear, em substituição ao motor a diesel e suas baterias.
  
Aço da França
O Estaleiro e Base Naval (EBN), da Marinha, em Itaguaí (RJ), importará chapas de aço naval da França para a construção dos cascos de dois dos três submarinos classe Secorpène  S-Br, com propulsão convencional (a diesel), e para o primeiro da SN-Br, com propulsão nuclear. Os submarinos, juntamente com o primeiro convencional, cujas partes chegam aos poucos da França, desde o mês passado, fazem parte do Prosub.

No pré-sal
A chapa de aço aplicada pela francesa DNCS, fornecedora da tecnologia, tem nomenclatura HY 100 ou HLES 80. Trata-se de uma chapa microligada (mais fina e mais resistente), que permite ao submarino descer a mais de 400 metros de profundidade. Isso é importante para a Marinha nas operações de defesa dos campos de petróleo e gás natural na camada do pré-sal. Alguns campos ficarão a até 7 mil metros de profundidade.

Randon
De uma encomenda de 325 retroescavadeiras à Randon Veículos (Grupo Randon), o Governo federal entregará hoje, em Belo Horizonte, as primeiras 20 unidades a municípios mineiros atendidos em PAC-2 via Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

 
Enviado por Nairo Alméri – ter, 18.06.2013 | às 13h28

JUSTIÇA DO TRABALHO
Por Lourdes Côrtes /CF TST – 18.6.2013 | às 10h39

A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve decisão que condenou a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) a pagar diferenças sobre a remuneração de licença-prêmio a um auxiliar técnico de tráfego, decorrentes da integração, à sua base de cálculo, do adicional de periculosidade. A condenação baseou-se nas normas coletivas da categoria, segundo as quais a licença-prêmio corresponde ao pagamento salarial durante os dias de repouso e, por constituir salário, são devidos os reflexos do adicional. Leia Mais

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Vale vai mexer

Enviado por Nairo Alméri – seg, 17.6.2013 | às 14h47

Queda preços na cotação da tonelada em cerca de 30%, para próximo de US$ 110 (t métrica), do final do primeiro bimestre para este, fez a mineradora Vale S/A colocar sobre a mesa nova revisão de metas na produção de minério de ferro em Minas e Pará. No Pará, serão afetadas também áreas de alumínio e níquel. A produção de ferro, até abril 2014, deverá passar por uma retração de 20%. Isso, faz o pessoal da mineradora nas minas ferro reviver  outubro de 2008, quando boa parte foi colocada em férias coletivas. Houve demissões. Em 2012, a Vale produziu 319,9 milhões de toneladas (t métrica) do minério, recuo inferior a 1% em relação a 2011. A empresa responde pela média de 80% da produção nacional desse minério.

Caixa
Dos investimentos de US$ 52 bilhões, para o período 2012-2016, a Vale tinha 50% programados para até 2014. O Pará receberia perto de US$ 30 bilhões, sendo 30% para a expansão da produção de minério de ferro Carajás Serra Sul (S11D). Agora, uma nova revisão dos planos, reforçará a condicionante de parte dos investimentos dependente do sucesso na venda de ativos fora dos itens ferrosos, ouro alumínio e níquel. Há mais tempo, o plano era fazer caixa de até US$ 15 bilhões no triênio 2012-14. Minas Gerais, até 2016, receberia da mineradora US$ 5,5 bilhões.

Fator China
Maior potência siderúrgica do planeta, a China importará neste ano, na melhor das hipóteses, 840 milhões de toneladas de minério de ferro (743 milhões, em 2012). Os investimentos globais na produção de ferro para exportação, em curso, desde 2011, projetavam um acréscimo na oferta mundial de mais 800 milhões t do minério, dentro de dois anos. Muitos projetos foram interrompidos e, agora, não mais que 40%, em volume, chegariam ao cronograma final. Contribuiu para a isso a redução na produção chinesa de aços, em 2011 e 2012, de 300 milhões de toneladas de aço, e um excedente de 500 milhões t no mercado mundial. Neste ano, as siderúrgicas da China pretendiam produzi r 750 milhões t de aço, acima das 716 milhões t, em 2012 – Ministério da Indústria e Informação Tecnológica da China.

Dependência global
A oferta mundial de minério no mercado externo, em 2012, foi de 1,1 bilhão t, sendo que a China absorveu 70% (Associação Mundial do Aço – WSA, sigla em inglês).

Em 2015
Sem os atropelos da economia mundial, a produção brasileira deveria seguir assim (Ibram): 2011, 395 milhões t (com projetos da Ferrous Resources e Bahia Mineração, 416 milhões t);  2012, 483 milhões t (514 milhões t); 2013, 559 milhões t (606 milhões t); 2014, 662,5 milhões t (727,5 milhões t); 2015, 696,5 milhões t (771,5 milhões t).

Excedente em 2017
A WSA, após as sequências de retrações em projetos, prevê o que mercado internacional terá excedentes de 100 milhões t de minério de ferro, em 2014, e, o dobro em 2017.

Exposibram
As incertezas do cenário internacional do minério de ferro, a exemplo do ocorrido no 14º Congresso Brasileiro de Mineração e Exposição Internacional de Mineração (Exposibram), em 2011, deverá predominar no 15º, programado para 23 a 26 de setembro, em Belo Horizonte. O tema do congresso é: “Mineração: investindo em Desenvolvimento e sustentabilidade”.

PROTESTOS

Ônibus (BH) - 1
Para a pelada (com todo respeito aos atletas) da Fifa, o jogo Taiti x Nigéria, no Mineirão, o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, decretou ponto facultativo nas repartições municipais. Isso afeta, em cadeia, a vida das empresas e cidadãos. É de se imaginar, então, qual seria o seu decreto para um dos jogos de ontem, Itália x México e Espanha x Uruguai. E para uma partida com a seleção do Brasil?!...

Ônibus (BH) - 2
Mas existe um viés político na decisão de Márcio Lacerda. Diante do clamor do descontentamento popular com o custo do transporte coletivo e os gastos exorbitantes com os estádios da Copa de 2014, ele libera o funcionalismo pensando na própria pele: evitar que essa massa de servidores municipais pegue carona nos protestos programados para hoje, em Belo Horizonte, e reabra arestas contra a sua administração da Prefeitura.

sábado, 15 de junho de 2013

Ocultar os vândalos

Enviado por Nairo Alméri - sáb, 15.6.2013 | às 15h40

Há, sim, uma relação política entre a engenharia do “boato” do fim do Bolsa Família (que o Governo não fala mais), em meados de maio, com a dos atos de vandalismo que pegam carona nos protestos, em São Paulo e em outras capitais, contra o aumento das passagens de ônibus. Eles parecem unidos em duas missões: ofuscar o traço de conscientização da disparada de preços, desde o tomate, e o descontrole da inflação. E, claro, dar carona para a campanha da reeleição da presidente Dilma, em 2014.
É bom lembrar que no episódio do boato do Bolsa Família (e que foi parar nas redes sociais – internet), o sábado 18 de maio, a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, foi mais rápida que a velocidade da luz ao acusar a oposição. A Polícia Federal fez trinta segundos de investigação e o Palácio Planalto mandou abafar o assunto - esquecer.
O vandalismo visto, principalmente em São Paulo, tem DNA de ato de militância política. Ação pensada. Mas ao Palácio do Planalto, que não quer mais saber do caso do Bolsa Família, manda o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, institucionalizar a ideia do clima do terror de Estado, do Governo de São Paulo – do PSDB. Não interessa saber que aumento em tarifa de ônibus é decisão da Prefeitura, e que o prefeito da capital paulista, Fernando Haddad, é do PT. Mesmo partido do ministro e da presidente da República.
Se o Planalto quisesse ajudar, além de ofertar tropas da Força Nacional, teria ordenado à Polícia Federal que identificasse os manifestantes que, nas quatro noites de vandalismos, sempre apareceram de preto e os que encobriram os rostos. Mas isso poderá ser um tiro no pé, como no boato do Bolsa Família. Após quatro dias acusações à oposição, o Planalto permitiu à Caixa Federal revelar que, na véspera (uma sexta-feira)do boato, antecipara enormes somas nas contas das 11 milhões de famílias assistidas. E mais: a falsa notícia surgira em unidade de telemarketing da própria CEF, no Rio.
Nesse descontrole generalizado, que inclui os conflitos rurais (índios e fazendeiros), a presidente Dilma viaja na maionese de seu ministro da Justiça, ao fazer cara feia, trajar vermelho e apontar como “terrorista” quem análise o custo de vida e aponta o descontrole da inflação. O Planalto só tem, no momento, um plano político: isolar a onda de descontentamentos com custos das passagens de ônibus, gastos exorbitantes com a Copa de 2014 etc.

Mas a inflação é cega e não teme cara feia.

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sexta-feira, 14 de junho de 2013

País do futebol e da ...

Enviado por Nairo Alméri – sext, 14.6.2013|às 13h37
Índios não entregam terras que um dia lhes pertenceram, e estão invadidas por agropecuaristas. Ruralistas bloqueiam estradas contra demarcação daquilo que sempre foi dos índios. Manifestantes quebram tudo e causam prejuízos de milhões de reais, enquanto Governos (estaduais e municipais) não cedem em R$ 0,10 e R$ 0,20. Os donos das frotas de ônibus, colaboradores vitalícios (e de primeira hora) com os caixas das eleições para prefeitos e vereadores, ficam na moita (calados), pois sabem que dois a dez ônibus quebrados hoje são repostos com duas semanas de receita. Em Brasília, a 24 horas da festa de inauguração da Copa das Confederações, cidadãos se dão conta de que o valor gasto na reconstrução do Estádio Mané Garrincha, mais R$ 1,2 bilhão (obra mais cara entre todos os estádios construídos para a Copa de 2014 e reconstruídos), resolveria muitos problemas sociais e básicos do Distrito Federal: transporte, saúde, educação, segurança, saneamento, moradia etc. Enquanto isso, em Minas Gerais, a Justiça decreta regime de exceção: está proibido o direito democrático de protestar enquanto a bola rolar por conta da Copa das Confederações, porque assim deseja o Governo do Estado. Depois, em jogos do América Mineiro, pode!

Pergunta que não quer calar: O que virá depois, se o país assistir a mais uma noite de violência pelas ruas de São Paulo, e, mesmo assim, prefeito e governador continuarem no discurso da tarifa majorada abaixo da inflação, e a presidente da República como mera expectadora? 

INOVAR-AUTO

Scania/USP
Enviado por Nairo Alméri – sex, 14.6.2013 | às 11h19

Em parceria com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (poli-USP), a Scania instalará um laboratório no Parque Tecnológico de Sorocaba, destinado a ensaios de motores a diesel. O objetivo das partes é o da “geração de conhecimento científico”, tendo como resultado ganhos na eficiência energética dos motores. A equipe que deslanchará o projeto terá 20 especialistas, pesquisadores, alunos e técnicos da Scania, coordenados pelo professor Marcelo Massarani, do Centro de Engenharia Automotiva (CEA) da Poli-USP. O gerente de P&D de Trem de Força da Scania Latin America, Jairo de Lima Souza, disse, em nota da empresa, que o objetivo é chegar a “modelos matemáticos representativos do fenômeno e a construção de um laboratório protótipo que viabilizará a verificação e validação de teorias geradas em simulações virtuais”.

Estocolmo
O projeto da Scania surgiu de uma parceria coma Universidade de Estocolmo (Suécia). A partir de um trabalho de mestrado, de um aluno da equipe do gerente de P&D da montadora, o modelo matemático foi apresentado à Poli-USP. O laboratório Scania/Poli-USP ficará pronto no segundo semestre. Em 2012, os negócios globais da Scânia geraram 79,6 bilhões de coroas suecas (US$ 1 = 6,466 SEK).

Engenheiros do CEA
Termina amanhã (15) o prazo para inscrições às vagas extras abertas pelo CEA/USP para Turma 2013 ao curso de Especialização em Engenharia Automotiva. Os aprovados deverão efetivar as matrículas até o dia 22. O curso, de pós-graduação “lato sensu”, é reconhecido pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC). Os formados receberão certificados de “especialista”.

Arquitetura de veículos
Os formados pelo curso de Especialização em Engenharia CEA/USP estarão aptos às atividades com produtos, serviços e processos industriais e a apresentarem soluções para diferentes problemas técnicos e de gestão. Eles serão cursados em 14 disciplinas presenciais, com carga horária mínima de 372 horas/aula. Entre outras matérias, estudarão Projeto e Arquitetura de Veículos, Tópicos Especiais de Engenharia Automotiva (as duas são disciplinas obrigatórias), Gerenciamento de Custos e Investimentos, Comunicação Interpessoal e Administração de Conflitos.

Iveco
Após a habilitação da Iveco Latin America, publicada na Portaria Nº 185/13, do Ministério do Desenvolvimento, o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento (Inovar-Auto) passou a ter 22 empresas habilitadas “definitivamente”. Essas habilitações valem por 12 meses e podem renovadas, pelo mesmo período, até 2017, quando terminará a vigência do programa que assegura vários benefícios dentro de metas cumpridas.

Marcas
No quadro de habilitação “definitiva” do Inovar-Auto estão as montadoras Agrale, Fiat, Ford, General Motors, Honda Automóveis, Hyundai, Mercedes-Benz, Mitsubishi, Peugeot/Citroën, Renault e Toyota. Completam as 22 as importadoras Audi, British Cars (Bentley e Bugatti), Chrysler, Jaguar/Land Rover, SNS (JAC/Aston), Stuttgart (Porsche), SBV (Suzuki), Venko (Rely), Via Itália (Ferrari/Masserati) e Volvo.

Etapas
Dentro do exercício fiscal atual, por exemplo, as montadoras carros de passeio e comerciais leves deverão cumprir oito de 12 “etapas produtivas” fixadas; fabricantes de chassis com motor, 7 em 11; de caminhões, 9 em 14. O descumprimento implica na exclusão em definitivo da montadora desse regime automotivo, que entrou em vigor em 1º de janeiro.

Eficiência
O Inovar-Auto foi criado para elevar o grau de competitividade da indústria automotiva instalada no país. Na contrapartida ao cumprimento das metas, o Governo oferece a redução de impostos federais devidos, como apuração de crédito presumido no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Entre as exigências está o investimento em inovação e eficiência energética.

Importação
Outro benefício fiscal às montadoras habilitadas no Inovar-Auto está a quota de importação livre do “adicional de 30 pontos no IPI”. O calculo da cota é baseada na média de veículos internados no país pela montadora nos últimos 36 meses. O cálculo, porém, não poderá ultrapassar o “teto anual de 4,8 mil unidades”. 

Investidores
O regime Inovar-Auto tem outras categorias. Na terceira, voltada para empresas com projetos de investimentos no Brasil, não houve inscrição definitiva e figuram nela empresas entre 15 que com habilitações pendentes, que podem virar definitivas até 31 de julho. Essa data é o prazo final para as 37 empresas que figuravam com habilitação provisória recebam o ingresso definitivo no regime.

ENERGIA

Eletrobras
Enviado por Nairo Alméri – sex, 14.6.2013 | às 11h19

Bancos procurados pela Eletrobras t~em mais 15 dias para entregar a modelagem de reorganização dos ativos das seis distribuidoras federalizadas que serão privatizadas, ficando a estatal com participação minoritária. As concessões dessas distribuidoras, que operam nos mercados Acre, Alagoas, Amazonas, Piauí, Rondônia e Roraima, vencem em 2015

Investimentos
A Eletrobras só irá ao mercado em busca de parceiros após o Governo divulgar as “novas regras”. As distribuidoras deram um rombo de quase R$ 1,4 bilhão, no ano passado. Para serem atrativas, a Eletrobras terá que executar um plano radical de reversão de resultados nas distribuidoras, ou seja, investimentos pesados.

Demissões e votos

Mas a Eletrobras, por sinal, enfrenta outro problema, que vai exigir maior esforço de caixa. Ela tem um plano para demissão voluntária (PDV) de seu pessoal. O PVD custará, por baixo, R$ 3,4 bilhões, em dois anos. Essas demissões entrarão em 2014, ano de eleições presidenciais, com Dilma Rousseff, como tudo indica, concorrendo a novo mandato. Resta saber se a Eletrobras manterá, mesmo, o PDV durante o próximo ano, pois demissão em empresa pública e campanha eleitoral de reeleição para Executivo não combinam. 

VIOLÊNCIA EM BH

Enviado por Nairo Alméri – sex, 14.6.2013 |às 11h51

Por José de Souza Castro -  blog kikacastro

O pároco da Igreja do Carmo, frei Gilvander Luís Moreira, envia e-mail datado de 11 de junho, com uma revelação espantosa: nos últimos dois anos foram registrados 100 homicídios de moradores de rua em Belo Horizonte. Não tenho como confirmar a denúncia, mas espero que a imprensa o faça. O responsável pelo levantamento do número de mortos é o Centro Nacional de Defesa de Direitos Humanos da População em Situação de Rua e Catadores de Materiais Recicláveis (CNDDH). Leia Mais