Enviado por Nairo Alméri - seg, 22.9.2014 | às 22h22
O chargista Duke, do diário "O Tempo", de Belo Horizonte, retratou, domingo, a imagem exata que o cidadão brasileiro tem hoje da Petrobras, desmoralizada por conta do aparelhamento político. Num posto de combustíveis da BR Distribuidora, da Petrobras, um frentista segura a mangueira e explica ao consumidor a planilha do custo do combustível: "A diferença é por causa da nova composição: 60% gasolina, 30% etanol, 10% propina".
Petrobras e Cemig
No vale tudo dessa reta final da campanha, os tucanos farão alguns paralelos de malfeitos do PT na administração pública federal. No poder, em Minas, também há 12 anos consecutivos, o PSDB vê o candidato do PT, o ex-prefeito da capital e ex-ministro Pimenta da Veiga (PT), liderar com larga vantagem as pesquisas. Como última cartada, os tucanos dirão que, com o PT governando Minas, o Grupo Cemig, depois de aparelhado, ficará exposto igual a Petrobras, estatal federal envolvida em um dos maiores escândalos de desvios dinheiro público no país.
ASSUNTOS PRINCIPAIS: - Ensino e Ciência - Cultura e Veículos de Comunicação - Desenvolvimento, Sustentabilidade e Soberania - Investimento, Produção e Recuperação de Bens - Empresas de Destaque, Profissões do Futuro e Eventos - Logística de Commodities, Bens de Consumo e Exportação - Política de Governo, Leis, Justiça e Cidadania - Economia Internacional e Empresas Globais
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014
sábado, 20 de setembro de 2014
A política como ela é
Enviado por Nairo Alméri - sáb, 20.9.2014 | às 14h19 - modificado às 14h29
No dia em que morreu, 13 de agosto, o ex-governador Eduardo Campos (PSB) ocupava o terceiro lugar nas pesquisas eleitorais junto à opinião pública nessa corrida à Presidência da República. Mesmo tendo realizado duas gestões administrativas em Pernambuco com elevados índices de aprovação dos eleitores. A presidente Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) lideravam, pela ordem, e era incerto um 2º turno, ou seja, a candidata à reeleição poderia levar no dia 5 de outubro mesmo. E todos culpavam a vice de Campos, a ex-senadora Marina Silva de "tirar votos" da chapa, devido a um rosário de rejeição, sendo o principalmente no segmento da agropecuária, birra que vem desde os tempos em que fora ministra de Meio Ambiente do Governo Lula (PT). Marina, ex-petista e ex-Partido Verde, porém, disparou ao assumir a cabeça de chapa do PSB, uma semana após a morte do ex-governador. E hoje, as pesquisas atestam a certeza de um 2º turno, entre as duas candidatas e, por curta vantagem, a vitória de Marina.
No dia em que morreu, 13 de agosto, o ex-governador Eduardo Campos (PSB) ocupava o terceiro lugar nas pesquisas eleitorais junto à opinião pública nessa corrida à Presidência da República. Mesmo tendo realizado duas gestões administrativas em Pernambuco com elevados índices de aprovação dos eleitores. A presidente Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) lideravam, pela ordem, e era incerto um 2º turno, ou seja, a candidata à reeleição poderia levar no dia 5 de outubro mesmo. E todos culpavam a vice de Campos, a ex-senadora Marina Silva de "tirar votos" da chapa, devido a um rosário de rejeição, sendo o principalmente no segmento da agropecuária, birra que vem desde os tempos em que fora ministra de Meio Ambiente do Governo Lula (PT). Marina, ex-petista e ex-Partido Verde, porém, disparou ao assumir a cabeça de chapa do PSB, uma semana após a morte do ex-governador. E hoje, as pesquisas atestam a certeza de um 2º turno, entre as duas candidatas e, por curta vantagem, a vitória de Marina.
Cheiro do povão!...
Enviado por Nairo Alméri - sáb, 20.9.2014 | às 13h30
Ei governador, que tal um banho de povo?
Do Blog do Helcio Zolini - Publicado em 19/09/2014 às 18h01
Independentemente do resultado que sairá das urnas nas
eleições para o governo de Minas Gerais, o vencedor da disputa, seja ele da
situação ou da oposição, bem que poderia adotar um novo estilo de
governar.
Trocar ao menos uma vez por mês, o conforto do ar
refrigerado de seu gabinete e as muitas mordomias que terá à sua disposição no
palácio, por um banho de povo.
Deixar o casulo irreal do poder para abraçar a dura realidade da população que o elegeu. Certamente, isso lhe fará muito bem e o ajudará a refletir melhor na hora de tomar suas decisões. Leia mais
Deixar o casulo irreal do poder para abraçar a dura realidade da população que o elegeu. Certamente, isso lhe fará muito bem e o ajudará a refletir melhor na hora de tomar suas decisões. Leia mais
Citibank atento às eleições
Banco fará remessas antes do dia 5
Enviado por Nairo Alméri – sáb, 20.9.2014 | às 12h16
O Palácio do Planalto soube, nesta semana, e não gostou que
o Citibank do Brasil, a filial do bancão norte-americano, informou ao Banco
Central do Brasil (BCB, ou simplesmente BC) sobre eventual retirada de US$ 6
bilhões do país, antes do dia das eleições - 5 de outubro -, ou seja, num período de 15 dias. A
bolada é de clientes. Isso daria a média de US$ 400 milhões/dia. Em 2013, o
Citibank estimava em 200 milhões o total de contas bancárias em 160 países e
territórios. No primeiro semestre, o resultado da intermediação financeira do Citibank,
no Brasil, foi de R$ 798,5 milhões, ou seja, 61% inferior a do mesmo período de
2013. O lucro líquido, de R$ 31 milhões, encolheu 81%. O resultado final consolidado,
porém, de R$ 107,4 milhões, teve menor redução, de 75,5%.
Pesquisas eleitorais em xeque
Têm problemas na “margem de erro” e “deveriam ser vetadas”
Enviado por Nairo
Alméri – sáb, 20.9.2013 | às 10h48
No dia 16 deste mês, este blog questionou a validade das pesquisas
realizadas pelos diversos institutos. Aqui foi apontada (Quem
vota é o Ibope, Vox Populi, Datafolha...)que a base ouvida é pífia, em
eleitores consultados, perante o colegiado total (142,8 milhões) e o número da
população brasileira (202 milhões de habitantes). Pois bem. Aparece uma voz científica,
a do estatístico José Ferreira de Carvalho, professor aposentado da Unicamp e
livre docente pela USP, em mesma linha. Ele põe em xeque as pesquisas apresentadas pelas
instituições de opinião pública. Leia: Pesquisas
eleitorais contêm ‘problemas sérios’ e deveriam ser vetadas, diz estatístico
veterano”
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Joaquim Barbosa voltou e...
Elegeu a reeleição mãe da corrupção
Enviado Nairo Alméri – ter, 16.9.2014|às 21h11
O ministro Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo
Tribunal Federal (STF), reaparece na cena nacional e põe combustível na
fogueira podre da politica e nas eleições. Convidado ilustre para evento em
Brasília, promovido pela entidade empresarial Associação Brasileira de Shopping
Centers (Abrace), o ex-ministro sentenciou: “Em países em fase de consolidação
constitucional, a reeleição funciona como a mãe de todas as corrupções”. Com a palavra todos os candidatos reeleitos
neste país e aqueles que concorrem à reeleição no mês que vem!
Quem vota é o Ibope, Vox Populi, Datafolha..
Enviado Nairo Alméri – dom, 16.9.2014 | às 10h33, 20.9.2014
Em 29 de julho, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou
que o colégio eleitoral, para as eleições de 2014, terão 142.822.046 milhões de
eleitores. Isso representava crescimento de 5,17% sobre o eleitorado das
eleições presidenciais de 2010 - 135.804.433 milhões de eleitores.
Então seriam ridículas em um país com o povo politizado pelo
viés da sabedoria e do bom senso pesquisas como as que o Ibope, Datafolha,
Census, Vox Populi, CNT/MDA, Índice Band etc. divulgam no Brasil e resto do Cone Sul
latino-americano com tendências de votos em cima de 2.600, 2.800 ou 3.100
eleitores. Mas no Brasil, com maioria da população de baixíssima escolaridade, as
repetições dessas amostragens, mesmo pífias, da vontade do eleitorado, acabam
gerando o chamado voto útil puxado pelas pesquisas. Então, quem vota, mesmo, no
Brasil, por enquanto, são os chamados institutos de opinião pública.
Os ministros do TSE deveriam pensar mais com sentimento de
retirar a política do Brasil do berço da república de bananas. Pesquisas
eleitorais com menos de 10% do colegiado – 14,2 milhões de eleitores, no caso
de 2014 – em cada amostragem não poderiam ser publicadas. E que sejam aplicadas
on line para se chegar a universo expressivo
da população, de 202 milhões de habitantes.
Eleições Bolsa Família
Não é difícil entender a desigualdade em eleições com
candidatos se reelegendo sem a obrigação de renunciar ao mandato. No Brasil, em
2013, eram 14,1 milhões de famílias (dois a três eleitores por família),
ou seja, ligadas ao poder central pelo cordão umbilical chamado Bolsa Família,
e que estão dopadas por ele. O Governo (o país o eleitorado – patrões e
empregados que trabalham) gastou com esse eleitorado, nessa benesse, uma fatura
de R$ 20,6 bilhões. Com outros penduricalhos políticos o eleitorado assistido
foi 14,1 milhões de famílias (dois a três eleitores por família). Esse eleitorado só cresce, pois os beneficiados
adultos não estão obrigados a buscar emprego em determinado prazo – se aposentarão
no programa!
50 milhões de eleitores
O Ministério do Desenvolvimento Social estimou que, em 2013,
foram 50 milhões de pessoas atingidas – ¼ da população do país assistidas no
Bolsa Família e adereços. Para 2014, o gasto previsto iria aos R$ 25,2 bilhões.
É ou não é uma senhora verba de campanha eleitoral? Dá ou não dá enorme
vantagem para quem não larga o poder na corrida pela reeleição?
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